A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL - Múcio Morais

As empresas podem concentrar-se em criar “oceanos azuis”, investindo na formação de mercados novos –e unindo em uma mesma estratégia diferenciação e baixo custo; Em um período de três anos, a Apple Computer se revelou uma das empresas mais poderosas no campo da música digital. 

Por trás desse ressurgimento está o crescente sucesso do player de música digital iPod e da jukebox digital iTunes. Desde o lançamento do primeiro, em outubro de 2001, a Apple vendeu mais de 6 milhões de unidades e abocanhou mais de 60% do mercado de players de música digital. Para completar, o iTunes é a jukebox digital número um do mundo e ocupa 70% do mercado de downloads musicais legais. 

O mais interessante está no fato de que nenhum desses novos negócios foi lançado em setores de crescimento elevado. Antes da entrada do iPod em cena, existiam diversos players simples e baratos, além de potentes jukebox digitais de MP3, capazes de armazenar e tocar até 5 mil músicas. 

Quando o assunto era música digital, parecia que as pessoas não estavam dispostas a colocar a mão no bolso para fazer downloads de músicas. Empresas como a Napster haviam inspirado os adeptos das músicas capturadas na internet a baixar canções de maneira ilegal, sem pagar nada. Por volta de 2003, a média de arquivos ilegais baixados era de mais de 2 bilhões por mês. Apesar dos esforços e medidas legais para conter essa tendência, a atividade era ilegal e pouco rentável, além de limitada ao universo dos adeptos à tecnologia. 

O sucesso da Apple nas duas iniciativas não se baseou no mero “roubo” dos usuários dos players já existentes. Em vez disso, a empresa ampliou a demanda de modo significativo, transformando em clientes uma massa de pessoas não tão ligadas em tecnologia. Ao mesmo tempo, criou uma poderosa propaganda boca a boca para divulgar o recente e irresistível produto. 

Os dois oceanos:  A fim de compreender melhor a façanha da Apple, vamos imaginar um mercado formado por dois tipos de oceano: um azul e outro vermelho. Os oceanos vermelhos reúnem as empresas que já existem e, nele, todas tentam superar os concorrentes a fim de conquistar uma parcela maior da demanda já existente. Com uma competição tão acirrada, as águas não raro se tornam sangrentas e reduzem-se as expectativas de lucros e crescimento. A principal investida estratégica consiste em fazer um constante benchmark da concorrência e tentar superá-la. Em resumo: a agenda estratégica é estabelecida pelos concorrentes. 

Já os oceanos azuis são constituídos pelos mercados intocados e por oportunidades de um crescimento altamente rentável. Suas águas são amplas, profundas e inexploradas. Nelas, é preciso criar demanda, em vez de disputá-la com a concorrência. As empresas que criam oceanos azuis, como a Apple, podem deixar os concorrentes para trás ao proporcionar um salto de valor para o cliente e para si mesmas. Em qual dos dois oceanos sua empresa ancorou o pensamento estratégico? 

Na pesquisa que realizamos na última década –que está no livro A Estratégia do Oceano Azul (ed. Campus)–, avaliamos as consequências do crescimento rentável quando se criam oceanos azuis. O levantamento de negócios lançados por 108 empresas mostrou que 86% atuavam de modo linear, ou seja, limitavam-se a acrescentar melhorias dentro das águas vermelhas dos mercados existentes e, apesar de representarem 62% da receita total dos novos lançamentos, esses negócios respondiam por apenas 39% do total de lucros. Por outro lado, os 14% dos lançamentos restantes tinham o objetivo de criar oceanos azuis: eram responsáveis por 38% da receita decorrente dos novos negócios e por 61% dos lucros. 

Embora alguns executivos da área de tecnologia não gostem da notícia, esse não é o principal fator para a criação de oceanos azuis. 

Na realidade, os oceanos azuis não são sinônimo de inovação tecnológica ou de tecnologia de ultíssima geração; derivam da inovação de valor –ou seja, da associação da inovação a fatores valorizados pela maioria dos consumidores– e não da inovação tecnológica em si. De acordo com nossa avaliação de mais de 30 setores de atividade, a inovação tecnológica não se revelou um fator definitivo para a criação de oceanos azuis. Isso se aplica muitas vezes até a empresas baseadas em tecnologia, como a Apple e a Compaq. Mas nem sempre. Em 1992, a Compaq criou um multibilionário oceano azul de servidores de microcomputadores ao lançar o ProSignia, notebook que oferecia aos compradores o dobro da capacidade de armazenamento e de impressão por um terço do preço. 

A tecnologia atendia, de fato, ao desejo de grande número de consumidores. Mas é nesse ponto que os profissionais da tecnologia geralmente perdem o bonde: eles acreditam estar diante de algo grandioso, mas nem sempre isso encontra aprovação no mercado. 

Houve aprovação do mercado no caso do ProSignia da Compaq, mas, quando se trata de tecnologia de última geração, embora sempre impressione os aficionados, a pergunta principal deve ser: será que essa novidade seduzirá os compradores em massa, alvo dos esforços da empresa? Somente quando uma tecnologia se torna algo intuitivo, acessível e de fácil aplicação pelos usuários, de modo que nem percebam que estão lidando com uma tecnologia nova, é que seu criador está no caminho que leva à inovação de valor e ao desenvolvimento de oceanos azuis. 

Suas ideias sabem “nadar”? Faça o teste Para saber se suas ideias são capazes de flutuar em um oceano azul, pergunte-se: como a tecnologia pode tornar a vida dos consumidores bem mais produtiva, simples, conveniente, segura, divertida e em dia com a moda? Se você não conseguir responder a essa questão com frases simples e decisivas, não está no caminho certo para a criação de oceanos azuis. 

A seguir, alguns indicadores de que pode haver confusão entre inovação tecnológica e estratégia do oceano azul: É preciso aprender a usar o produto ou serviço que você pretende oferecer? A instalação requer manuais extensos? É preciso esclarecer para o consumidor quais problemas podem ser solucionados com a nova oferta? Se a resposta a alguma das perguntas for positiva, reavalie seu projeto. Outro ponto de partida: quais são os produtos e serviços alternativos à nova oferta? Qual produto ou serviço alternativo reúne a maior massa de consumidores e a qual preço? Lembre-se de responder a essas perguntas da perspectiva do consumidor. 

No caso do Quicken, a principal alternativa aos programas de gestão de finanças pessoais era o lápis –por isso, a Intuit estabeleceu o preço do Quicken tendo em vista o lápis e não os 42softwares existentes, transformando, assim, não-usuários em clientes. 

Usamos a expressão “no caminho” porque, para que a tecnologia sirva de base para a criação de oceanos azuis, os executivos de tecnologia precisam testar as ideias e iniciativas usando um conjunto de critérios fundamentalmente diversificado. 

Definição dos critérios Quando os executivos das áreas de tecnologia compreendem essa necessidade, podem começar a acrescentar a função e o valor estratégico como fatores decisivos para a criação de mercados inexplorados. Estão aptos para escapar da armadilha de se guiar pelos concorrentes (benchmarking), prática comum e não raro improdutiva, porque pode resultar em caras soluções de tecnologia da informação que vão além do que os compradores realmente valorizam. 

Três critérios principais definem os oceanos azuis comercialmente atraentes. Os executivos têm de compreendê-los para de fato acrescentar valor real aos “diálogos estratégicos” de que participam em suas empresas, assim como aos produtos, serviços e modelos de negócio que desenvolvem. Esses critérios –a seguir– determinam se as ideias de novos negócios de uma empresa –e a tecnologia que sustenta esses projetos– são capazes de criar um crescimento forte e rentável ou se consistem em maravilhas tecnológicas destinadas a morrer na praia, como o Iridium, o telefone por satélite da Motorola. - 

Utilidade para o consumidor. Para atender a esse primeiro critério, os executivos devem avaliar se a novidade proporciona uma utilidade excepcional e se há algum motivo decisivo para despertar o interesse da massa de consumidores. Caso a resposta seja negativa, em princípio não existe potencial para a criação de um oceano azul. No entanto, pode ser que a ideia do novo negócio ou da nova tecnologia tenha capacidade de colocar os consumidores na moda ou tornar sua vida muito mais divertida, fácil, produtiva, conveniente, menos arriscada, e a novidade resultará em águas azuis. Embora pareça uma questão evidente, muitas empresas tropeçam aqui. 

O exemplo clássico é o Iridium, da Motorola, que não oferecia nenhuma utilidade consistente porque não podia ser usado dentro de veículos ou em lugares fechados. É o oposto do caso do iPod, que apresenta interface amigável, é diferenciado, fácil de transportar e capaz de armazenar grande número de músicas. Com um iPod, as pessoas se sentem espertas, produtivas e em dia com as novidades. No mundo das finanças pessoais, a Intuit compreendeu muito bem a diferença entre tecnologia e utilidade ao consumidor. Em 1984, a empresa criou um oceano azul de programas de gestão de finanças da linha Quicken. Na época, existiam 42 softwares de gestão de finanças pessoais, e o reduzido mercado era disputadíssimo. 

A maioria das pessoas preferia usar o tradicional método de lápis e caderno para controlar seu dinheiro. Ao conversar justamente com o grupo do caderninho, a Intuit descobriu o motivo: ossoftwares de gestão de finanças disponíveis no mercado ofereciam tantas opções sofisticadas que confundiam o usuário, intimidando-o. Além disso, era preciso investir muito tempo apenas para decifrar os manuais de instrução e instalar o software. 

Qual foi a reação da Intuit? Apressou-se em simplificar drasticamente o programa, eliminar a terminologia contábil e a maioria dos recursos sofisticados, concentrando-se em poucas funções básicas mais usadas e desenvolvendo uma interface que se assemelhava ao conhecido talão de cheques. 

Resultado: décadas depois da criação do Quicken, nenhuma outra empresa –nem mesmo a Microsoft– conseguiu reduzir o espaço da Intuit no oceano azul criado por ela. - Preço estratégico. Caso sua idéia de negócio passe na peneira da utilidade excepcional, a segunda questão é saber se o projeto consegue ter um preço estratégico capaz de conquistar grande quantidade de consumidores-alvo.

A pergunta a ser feita é: será que esses consumidores estão dispostos a pagar pelo que você pretende oferecer? É nesse ponto que a criação de oceanos azuis se afasta de maneira significativa de práticas convencionais dos inovadores tecnológicos. Em geral, estes estabelecem preço elevado, limitam o acesso inicial aos “usuários pioneiros” e tentam embutir no preço um prêmio pela inovação –somente depois se preocupando em reduzir os custos para ampliar a participação no mercado e desestimular os imitadores. 

Por outro lado, as empresas que criam oceanos azuis querem conquistar os consumidores-alvo desde o início, a fim de desencorajar as imitações, associar rapidamente a marca à fama de oferecer um valor drasticamente superior e ganhar aprendizado e economia de escala. Concentram-se na criação de uma demanda agregada por meio do ingresso no universo dos compradores a um preço acessível. Sem um preço estratégico, os consumidores podem desejar o produto ou serviço oferecido por sua empresa, mas não terão condições de comprá-lo. 

Vejamos o que aconteceu com o telefone Iridium, da Motorola: oferecido por US$ 3 mil, não dava às pessoas motivo algum para abandonar seus aparelhos celulares de US$ 150. É bem diferente do caso do iTunes, que permite que os usuários baixem músicas facilmente –e pagando apenas US$ 0,99 por arquivo. Além de proporcionar às pessoas o recurso sem precedentes de localizar e baixar músicas sem dificuldade, o iTunes foi de tal modo estrategicamente precificado que até os jovens acham lógico pagar para ter acesso legal às músicas, em vez de não desembolsar nada e incorrer em um comportamento contrário à lei. 

- Modelo de negócio. O terceiro critério é a criação de um modelo de negócio que agregue utilidade excepcional e preço estratégico, ao mesmo tempo que garanta uma margem de lucro confortável. A nova oferta tem boa viabilidade de lucros? Os oceanos azuis só são criados quando há um salto no valor para o comprador na forma de utilidade e preço e um salto no valor para a empresa no que se refere aos ganhos. 

O primeiro passo do desenvolvimento de um modelo de negócio adequado consiste em determinar a meta de custos. De acordo com nossa experiência, as empresas enfrentam dificuldades para manter baixos os custos das tecnologias, produtos, serviços novos e, para compensar, muitas vezes definem preços mais elevados do que seria estratégico. Para criar oceanos azuis, entretanto, não se pode permitir que os custos determinem os preços. 

Ao basear a meta de custos no preço estratégico definido pelo mercado e impedir os excessos, as empresas são forçadas a avaliar quase todas as questões relativas a materiais, design, processo de produção e distribuição –não raro chegando a resultados surpreendentes. Um plano de 90 dias Em um período de três meses, é possível dar diversos passos para sintonizar o pensamento estratégico de seus colaboradores com a filosofia do oceano azul. 

Não bastam ideias; é preciso contar com uma avaliação atenta dos conceitos de valor para o comprador e para sua empresa. 

Veja como começar: 

Primeiro mês: 
Estabeleça a diferença entre inovação tecnológica e criação de oceano azul. Estimule a equipe das áreas tecnológicas a pensar menos em tecnologia de ponta e mais em “utilidade de ponta” –sempre do ponto de vista do consumidor. Questione todas as ideias sobre os modos de oferecer uma utilidade radicalmente superior. Promova diálogos regulares entre os responsáveis pelos negócios e pelo marketing com consumidores a fim de compreender bem os produtos e serviços de sua empresa. 

Segundo mês: 
Compreenda o que significa preço estratégico. Para cada nova ideia baseada em tecnologia, reúna a equipe de tecnologia e estimule-a a avaliar todas as alternativas do ponto de vista do cliente –e não da concorrência. Faça com que sua equipe de tecnologia identifique as alternativas que captam a maior massa de consumidores e a qual preço. Tome cuidado para não exceder os aspectos que os clientes de fato valorizam. Lembre-os de que o objetivo é estabelecer preço estratégico capaz de seduzir todos esses consumidores. 

Terceiro mês: 
Determine metas de custos agressivas para seus colaboradores. Crie metas de redução de preço e não de elevação de custos para a implantação de ideias de novos negócios. Deixe claro para os funcionários que os excessos de custo não serão permitidos. Estimule os colaboradores a concentrar seus esforços na meta de custos. Permita que sua equipe desempenhe as tarefas definidas. 

Sua empresa é capaz de desenvolver técnicas de montagem novas e mais baratas de modo que, por exemplo, a solda por ultra-som substitua os parafusos ou os estoques sejam atualizados em horas e não em semanas ou meses? É possível reduzir o número de partes a serem usadas ou substituir componentes caros por outros mais em conta? E mais: sua empresa pode adquirir a tecnologia necessária, em vez de criar e produzir tudo internamente? Sua equipe pode eliminar, reduzir e terceirizar atividades de sua cadeia de valor que apresentam altos custos e agregam pouco valor? Há modos de reduzir custos por meio da automação de atividades? Fazendo perguntas como essas, as companhias muitas vezes encontram maneiras inovadoras de alcançar a meta de custos. 

Os executivos da área de tecnologia podem desempenhar dois papéis importantes. 

Primeiro, ao criar produtos ou serviços com componentes de alta tecnologia, conseguem estabelecer metas de custos agressivas para a equipe. 

Segundo, cabe a eles orientar os demais executivos nas discussões estratégicas sobre como a tecnologia pode reduzir drasticamente as estruturas de custos na hora de colocar em prática as ideias próprias de um oceano azul. 

Mesmo quando se consegue criar um oceano azul, a missão não está completa. Por exemplo: embora o iPod da Apple tenha criado um oceano azul, no futuro a empresa terá de ampliar e manter essa vantagem, reavaliando a precificação estratégica e o custeio-alvo, por conta da crescente pressão dos imitadores para conquistar um lugar ao sol. 

Sucesso a todos! 
Fonte: HSM Management / Kim, W. Chan - Mauborgne Rene;

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A REDAÇÃO DO CURRICULO E A ÉTICA

MÚCIO MORAIS PALESTRANTE | ESCRITOR 
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Você é um ótimo líder em potencial e encontrou a oportunidade ideal para tornar isso realidade. Quanto você pode “embelezar” seu currículo para demonstrar ser um candidato forte, sem ultrapassar o limite ético? 

Considere algumas reflexões conflitantes: - mais de 50% das pessoas mentem nos seus currículos. - um blog do monster.com, que fala dos perigos de mentir no currículo, listou 60 comentários de pessoas, à procura de emprego, recomendando que se minta, e apenas 46 desencorajando a ação. 

Os primeiros justificam sua posição alegando que todo mundo faz isso, inclusive as empresas, em relação aos requisitos que a vaga exige, o que torna mais difícil se encaixar no perfil procurado. - executivos que são flagrados mentindo em seus currículos frequentemente perdem seus empregos. Nos Estados Unidos, existem exemplos conhecidos em empresas como Radio Shack, MIT, Notre Dame e Herbalife. 

Se você está lendo este artigo, provavelmente não se sente tentado em forjar um currículo por completo. Mas o que você pensa sobre os itens listados a seguir? 

- reivindicar para si um feito que não lhe foi creditado, embora tenha de fato sido a peça mais importante para alcançá-lo. 
- citar um cargo exercido “mais importante” que aquele que realmente exerceu, pelo fato de que, na prática, você realmente o exercia, embora nos registros ocupasse uma posição inferior. 
- inflacionar o número de pessoas ou funções com as quais tinha responsabilidade direta, por ter efetivamente tido que lidar com elas de maneira influente. 

A isso chamamos “racionalização”, ou seja, elaborar justificativas para afirmações que no fundo acredita serem frágeis. Criando impressões enganosas mas justificando esse ato, você, em função dos fins, cria uma névoa sobre o que é certo ou errado. As racionalizações são traiçoeiras porque faz você enganar a si próprio e a acreditar na própria maquiagem elaborada. 

Então... qual é a linha divisória entre certo e errado? Você precisa delimitar essa fronteira para você mesmo. Segue aqui alguns testes para manter suas reflexões claras: 

- coloque-se no lugar do outro: como você se sentiria se fosse o contratante? 
- você se sentiria da mesma maneira se o que você relatou fosse divulgado na primeira página do jornal mais importante do país ou até mesmo numa newsletter interna da empresa? Você pode estar pensando: “Não é bem assim. Meu currículo não passaria por esses testes, mas há algo real naquilo que reivindico como realizações profissionais e não quero vender uma imagem irreal inferior.” 

Quando estiver em dúvida, pergunte a um ex-chefe. Talvez isso seja difícil de fazer, mas traz muitos benefícios. Exatamente porque é difícil, força você a pensar claramente e, algumas vezes, de maneira criativa. Perguntar também verifica quão precisas são suas afirmações, treina seu antigo dirigente no que deve ser confirmado como informação verídica caso seja contatado, além de permitir que ele faça sugestões sobre como você pode vender melhor sua imagem. 

O que você pensa disso? Há algum momento em que “embelezar” o currículo é legítimo? 

Harvard Business Review – maio de 2008 

Múcio Morais Palestrante Motivacional Especialista em Comportamento e Desenvolvimento Humano Fone/zap: (31) 99389-7951 
Este texto é parte integrante da Palestra "GESTÃO DE CARREIRA"; 
Tempo de duração: 2.30h. / Atendemos em Todo o Brasil!

MITOS EM VENDAS - PARTE II - MUCIO MORAIS


Mito No. 1 - Um bom vendedor pode vender qualquer coisa O expertise do qual um vendedor faz uso num determinado segmento do mercado pode muitas vezes ser utilizado em outro segmento. E é sabido que vendas em grande escala têm um ciclo de fechamento maior que de vendas em pequena escala. 

Mas o que muitos vendedores não sabem é que esses dois tipos de vendas também exigem habilidades diferentes fundamentais: nas vendas em pequena escala, o vendedor é que fala a maior parte do tempo e muitas vezes, fecha a venda graças ao seu entusiasmo e discursos inflamados sobre o produto à venda. A venda da imagem do produto funciona bem nesse caso. nas vendas em grande escala, o comprador precisa falar a maior parte do tempo. 

No estudo de Neil, identificou-se que vendedores de alta performance utilizavam um padrão de perguntas que permitia ao cliente falar e ao mesmo tempo conduzia a conversa para o fechamento da venda. O interessante é que essa percepção demonstrou-se consistente: em 23 países pesquisados os resultados apresentaram-se uniformemente idênticos, mesmo no Japão, onde a maioria das metodologias de vendas do ocidente não funcionaram. 

MITOS EM VENDAS - I PARTE - Múcio Morais

Devemos acreditar nas recomendações habituais sobre vendas nos dias de hoje? As descobertas de Neil Rackham em seu conhecido Project Sigma chegaram a contradizer até mesmo algumas crenças que ele próprio tinha. Veja a análise de alguns dos mitos sobre vendas que essa pesquisa colocou na berlinda.

Mito No. 1 - Um bom vendedor pode vender qualquer coisa O expertise do qual um vendedor faz uso num determinado segmento do mercado pode muitas vezes ser utilizado em outro segmento. E é sabido que vendas em grande escala têm um ciclo de fechamento maior que de vendas em pequena escala. Mas o que muitos vendedores não sabem é que esses dois tipos de vendas também exigem habilidades diferentes fundamentais: nas vendas em pequena escala, o vendedor é que fala a maior parte do tempo e muitas vezes, fecha a venda graças ao seu entusiasmo e discursos inflamados sobre o produto à venda. 

Norte Estratégico / Estratégia Empresarial - MÚCIO MORAIS

         
NORTE ESTRATÉGICO - Síntese da Palestra Há dois anos, fui motivado a um meeting promovido pela HSM no Brasil com o mega-guru Jack Welch. Foi um encontro com número limitado de participantes – apenas 100 pessoas –, o que garantiu uma grande interação. Ao entrar no local do evento, Welch estava acompanhado de sua charmosa e elegante mulher. 

Os olhos dele me lembraram os de uma águia, de um sujeito muito focado, que não desperdiça nada e está extremamente atento e sempre alerta. Suas colocações foram pontuais e não deixaram dúvida alguma. Ele é o típico sujeito que está a 1.000 km/h, mas com total consciência do que vale a pena e do que deva ser descartado. 

Sua Felicidade depende de você - Múcio Morais

Quando colocamos a nossa felicidade nas mãos dos outros, geralmente estamos dando um salto no escuro, ninguém, por mais leal que seja, pode responder durante uma vida por esta missão. Este vídeo trata sobre isso. 

MARKETING PARA CONSULTÓRIOS MÉDICOS / ODONTOLÓGICOS - MÚCIO MORAIS

MÚCIO MORAIS PALESTRANTE | ESCRITOR
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MARKETING PARA CONSULTÓRIOS MÉDICOS / ODONTOLÓGICOS - Síntese da Palestra O marketing é um formidável instrumento estratégico para responder com muita precisão aos desafios de um consultório médico. Consultórios médicos precisam sobreviver em uma ambiente em que a única certeza são as incertezas. O marketing precisa ser dinâmico, muda o mercado muda o serviço médico. Sua missão é criar mercados e não compartilhar mercados. 

Marketing é um processo de construção de todo o consultório e não um processo promocional. Precisa ser qualitativo e saber aproveitar oportunidades. O melhor modo para identificar oportunidades é focar a realidade do dia a dia do mercado e atender as necessidades específicas de cada cliente. A todo o momento a realidade nos apresenta novas tecnologias e procedimentos, jogando na absolecência conhecimentos e práticas consagradas. 

E o que dizer do aparecimento de doenças sempre exigindo um novo modo de praticar a medicina. Veja casos como a aids, gripe asiática, depressão, pânico, obesidade, maior incidência de ataque cardíaco nas mulheres, stress, vírus em constante mutação, bioterrorismo, 

O marketing conta com dois elementos fundamentais que contribuem de um modo decisivo para pesquisar e analisar a realidade do mercado. São o posicionamento dinâmico e a estratégia dinâmica.

No posicionamento dinâmico o consultório tem uma compreensão de si mesmo, seus pontos fortes e fracos, selecionando um benefício singular e implantando esta diferenciação na mente do cliente. O consultório procura assumir um lugar confortável, de destaque no mercado oferecendo os serviços médicos com superior qualidade. Por superior qualidade pode entender como uma cadeia de valor no processo de atendimento focado na customização do cliente. Na estratégia dinâmica o consultório vai focar um nicho de mercado para atender uma demanda qualitativa de clientes. 

Não se pode atender a todo o mercado ao mesmo tempo. Aprender a estabelecer limites garante o sucesso do consultório. É imprescindível pensar de um modo estratégico. A intuição e a pesquisa qualitativa são modos de pensar e agir estrategicamente e respondem com muita inteligência as questões que envolvem atitudes, comportamentos, padrões, enfim uma tendência de um nicho de mercado para a conquista e manutenção do cliente um a um. Deste modo aparece o conceito e a prática do posicionamento estratégico dinâmico de marketing. 

Este conceito e prática precisa ser analisado separadamente com relação a estes elementos; marca, serviço médico, consultório e mercado. Quase que ao mesmo tempo devemos estabelecer relações estratégicas entre estes elementos para uma interatividade competente, uma troca de informações e com isto desenvolver um sistema compacto de marketing criativo, percepção de oportunidades conquista de cliente um a um. 

Um exemplo de aplicação do posicionamento e a estratégia dinâmica de marketing no consultório médico podem ser a conquista da credibilidade. A credibilidade constituí um tipo de enfoque fundamentado no intangível, um modo inteligente de estratégia. A credibilidade deve ser conquistada com relação, a marca, serviço, consultório e mercado. Depois estabelece relações estratégicas para agregar e formar uma cadeia de valores com reais significados e não permitir o que denominamos esquizofrenia do consultório, por exemplo, o serviço oferecido não combina com o comportamento do médico ou com a necessidade do cliente. 

O consultório tem cinco maneiras para conquistar credibilidade: Opiniões verbais, desenvolvimento de uma infraestrutura, formação de relações estratégicas e relações com a imprensa. Opiniões verbais é o popular boca a boca com excelente efeito multiplicador. Desenvolvimento de uma infraestrutura compreende todo o caminho que o médico e o cliente tem que percorrer juntos para uma relação produtiva. Envolve por exemplo local e ambiente do consultório, recepção, organização, documentação, exames, procedimentos, atendimento just in time, good will, tecnologia e real interesse pelo cliente.

Formação de relações estratégicas são as parcerias, troca de informações úteis entre os médicos, fusões. Relações com a imprensa é importante aprender a selecionar e atuar na mídia impressa e eletrônica. Uma ótima maneira de conquistar credibilidade. 

O marketing pessoal constitui uma excelente ferramenta de apoio na construção de uma positiva imagem. O posicionamento estratégico dinâmico de marketing é iniciado pelo desenvolvimento de uma auditoria interna e externa. Na auditoria interna, por exemplo, pesquisa-se os pontos fortes e fracos do consultório médico, como meio de obter informações. Na auditoria externa elabora-se pergunta para o cliente do tipo: que fatores influenciam você na decisão da escolha de um consultório? Custo, facilidade, bom atendimento, tecnologia, credibilidade, tradição? 

Deste modo você pode seguir os seguintes passos para aplicar com muita competência o marketing para consultório médico: Auditoria interna e externa, posicionamento dinâmico e estratégia dinâmica. Em cada posicionamento estratégico dinâmico pensar estrategicamente utilizando os elementos; marca, serviço, consultório e mercado. Ficar atento as oportunidades. Fazer experimentação e mudança. Um cronograma de ação precisa ser estabelecido. 

Hábitos novos que proporcionem superior qualidade no atendimento médico devem substituir os velhos hábitos que não mais funcionam. Mudar é necessário. Abre novas perspectivas e mostra ao consultório novo e positivos rumos. Uma outra dimensão é conquistada.

Sucesso a todos!

Múcio Morais
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ESCOLHAS E INVESTIMENTO EM SI MESMO.

QUEM TEM TEMPO PARA RESULTADOS IMEDIATOS - Síntese da Palestra 

Os brasileiros investem muito pouco do próprio bolso no seu desenvolvimento pessoal e profissional. A conclusão é de uma pesquisa realizada pela Interactive Brasil, franquia na área de cursos para desenvolvimento pessoal e profissional. Conforme o levantamento, quase a totalidade dos entrevistados (94,4%) considera os cursos de desenvolvimento pessoal muito importantes (63,4%) ou apenas importantes (31%). Entre os demais, 4,1% não têm opinião formada sobre o assunto, enquanto 1,2% prefeririam investir seu dinheiro em outro tipo de curso e 0,3% nunca fariam um curso desse tipo. Conforme a pesquisa, realizada no final de 2007, embora a maioria esmagadora reconheça a necessidade de cursos de desenvolvimento pessoal, apenas 15% fazem ou fizeram algum curso extra de desenvolvimento, por conta própria. 

QUANDO VENCER É TUDO

MÚCIO MORAIS PALESTRANTE | ESCRITOR 
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QUANDO VENCER É TUDO - Síntese da Palestra 

A urgência em vencer frequentemente prevalece à tomada de decisões racionais. Seguem aqui algumas dicas para acalmar seu despertar competitivo, impedir a competição baseada na emoção e gerenciar tudo isso a seu favor. 

Alguma vez você tomou alguma decisão emocionalmente acalorada, apenas para “aparecer” e depois ter de encarar as consequências desse ato? Esse tipo de atitude é baseada num estado repleto de “adrenalina” que chamamos aqui de “despertar da competição”. 

É muito comum no mundo dos negócios – e frequentemente o conduz a erros seríssimos e custosos. Equívocos na tomada de decisão, de gestores e executivos em geral, podem estar sujeitos a esse fenômeno, seduzindo-os a trocar suas metas para maximizar o valor do negócio pelo objetivo de vencer o adversário a qualquer custo. 

Há evidências de que esse tipo de competição potencializou vários tipos de erros graves nos negócios. Num contexto variado – leilões, negociações, disputas judiciais, fusões, aquisições, promoções de cargo ou até mesmo busca por talentos em management – os tomadores de decisão podem facilmente tornar-se obcecados em derrotar seus oponentes. Não há nada, necessariamente, de irracional nisso. As pessoas gostam de vencer – especialmente rivais – mesmo pagando um bom preço por isso. Deve haver, de fato, benefícios estratégicos para agir dessa forma. Se ganhar um contrato irá danificar a imagem do concorrente por muito tempo, talvez faça sentido pagar mais do que um valor razoável pela vitória. 

No entanto, quando essa análise é conduzida no calor das emoções, ela cega os executivos. A fatura que chega pela conquista é, via de regra, alta. Fatores como rivalidade, pressão e uma audiência julgadora são os principais itens identificados como “enzimáticos” para a manifestação desse tipo de competição. Individualmente, eles podem causar danos ímpares na tomada de decisão. Agindo juntos, podem tornar as consequências desastrosas. 

Por Deepak Malhotra, Gillian Ku, e J. Keith Murnighan Publicado por Harvard Business Online PALESTRAS PARA LIDERANÇAS DE EQUIPE PALESTRAS TRABALHO EM EQUIPE PALESTRANTE MÚCIO MORAIS - www.muciomorais,com

Como ajudar os novos executivos a serem bem sucedidos - MÚCIO MORAIS

MÚCIO MORAIS PALESTRANTE | ESCRITOR 
Os executivos estão trocando de empresa numa taxa sem precedentes. Recentes estudos globais concluíram que a taxa de rotatividade desses profissionais chega a 15% ao ano. Mas o detalhe é que desses executivos em transição empregatícia, cerca de 50% fracassam em seus novos empregos. Alguns pedem demissão. Outros, são demitidos. 

O Institute of Executive Development (IED) and Alexcel Group finalizaram uma pesquisa com esses executivos. De acordo com os entrevistados, mais de 90% dos executivos contratados disseram que levaram mais de 90 dias para se sentirem produtivos e mais de 60% deles disseram que esse período foi de 180 dias. 

REGRAS IMPORTANTES PARA TORNAR SUA EQUIPE MAIS PRODUTIVA - MÚCIO MORAIS

Como você pode tornar sua equipe de trabalho mais produtiva? Se você pode responder a esta pergunta sua empresa tem o potencial de aumentar significativamente as linhas de fundo e se tornar um importante jogador em sua indústria. 

Jane Murphy, blogueira de treinamento no local de trabalho e autora do que poderia acontecer se você não fizer nada: o manual do gerente para conversas de treinamento oferece 10 dicas críticas para tirar mais proveito de seus funcionários e ficar entusiasmados o suficiente com seu trabalho que eles vão querer contribuírem para o maior sucesso global da empresa. 

Dificuldades de Gestão na Cultura Organizacional de Interesses - Múcio Morais

A Cultura organizacional de um empreendimento tem o maior peso dentro dos movimentos, estratégias e resultados, a cultura existente em uma organização é composta por práticas, símbolos, hábitos, comportamentos, valores éticos e morais, além de princípios, crenças, cerimônias, políticas internas e externas, sistemas, jargão e clima organizacional. 
A cultura interfere no comportamento de todos os atores da organização como diretrizes e premissas para guiar atitudes e visão, definindo e reproduzindo modelos em escala. A cultura organizacional envolve padrões de comportamento, valores comuns ou influenciados além de pressuposições tidas como verdades que em muitas situações são orientadas pelo interesse afetivo, econômico, pessoal ou simplesmente pela emoção. 

ALGUNS ACREDITAM QUE PODEMOS MUDAR - MUCIO MORAIS

Muitos acreditam que estamos vivendo um momento decisivo para a raça humana, um tempo de grandes reflexões e mudanças nos valores e consequentemente no comportamento e bases da sociedade. Parece que é isso mesmo, vejo por todo lado as pessoas se comportando como se uma onda de consciência tivesse invadido a humanidade em 2020; Invadiu mesmo? Observando as pessoas, inclusive a mim mesmo, percebo que a maior ansiedade não é por mudanças, novidades, releituras, mas pela volta da "NORMALIDADE" a qual estávamos acostumados. 

O Valor do seu silêncio! - Múcio Morais

(Palestra Comportamental) Estava refletindo sobre o hábito que algumas pessoas têm em expressarem-se quase sempre sobre quase tudo, conheço e tenho amigos assim, confesso que as vezes é aproveitável o que dizem, mas o problema é que dizem tanto que acabam se passando por chatos. 

Geralmente as pessoas não expressam a estes “faladores” o desconforto que causam com este comportamento, na maior parte das ocasiões, apenas os ignoram, dão uma resposta brusca, ou simplesmente os ironizam, enfim, apenas se safam. Se você tem este comportamento, deixe-me dizer-lhe algumas impressões; esta conduta continuada demonstra uma dose de arrogância, a ideia é que você sabe tudo ou entende de tudo, o que não é verdade sobre ninguém. 

E, ainda que não saiba, quer se meter em qualquer tema para demonstrar sua incrível capacidade de entender de tudo. “Estou ironizando, está vendo?” É difícil conviver com alguém que tem esta prática, o sentimento inicial no outro é de inibição, ou seja, se me expressar esta pessoa vai despejar sobre mim uma carga de conhecimentos, opiniões, possibilidades diferentes e versões e, ninguém anda muito a fim disso. 

Quando este instinto de se meter em tudo é muito forte, você, que tem este hábito, passará com o tempo a “divagar” e nesse processo criar fatos fantasiosos ou até dentro de uma realidade razoável, porém sem fonte, base palpável ou empírica, apenas falácia para não passar batido e engolir seco por não saber de alguma coisa. 

O problema com isso é que com o tempo as pessoas percebem seu comportamento e sua credibilidade vai para o espaço, e quando você disser algo, servirá apenas como uma pausa, um parêntese desagradável e inevitável para que os envolvidos continuem a conversa, pós-divagação. 

Fui suave na explanação, mas o que ocorre mesmo é que você se transforma em um “mentiroso e chato” um caça manchete para manter sua audiência alta e as pessoas passam a ser indiferentes e cínicas com você. Então, faça uma auto avaliação, se perceber este comportamento, faça um pacto de “Silêncio” consigo mesmo, não simplesmente o silêncio como resposta, mas o silêncio como convicção de que sua opinião naquela situação não fará diferença, seus conhecimentos não acrescentarão, ou melhor, são pequenos e insuficientes. 

Trabalhe na eliminação do seu orgulho e na necessidade de manter seu “Ibope” em alta, seja notado pela discrição, pelo respeito ao que outros pensam e dizem, pela capacidade de aceitar o diferente. Exercite a autoaprendizagem, observe mais, aprenda com seus pensamentos e os pensamentos de outros, veja como seu ambiente interno e externo terá muito mais paz, isso mesmo, emitir opiniões e expressar com frequência nossos pensamentos e ideias produz estresse, peso e até mesmo culpa futura, considerando que nesses momentos nos comprometemos com nossas palavras e emitimos impressões difusas as quais não poderemos recolher mais. 

Uma reflexão sobre a culpa! Pessoas com este comportamento geralmente são acometidas pela culpa, elas mesmas se cobram por coisas ditas em excesso, percebem que foram além, que mentiram, indicaram direções aleatórias, entraram onde não foram chamadas, provocaram sentimentos e pensamentos negativos nas pessoas, irritaram outras, foram percebidas ou descobertas por outras, enfim, fizeram merda, e, agora estão com uma culpa enorme, cujo conserto ficaria muito caro, envolveria voltar atrás, o que o falastrão dificilmente faria, é o oposto do seu comportamento. 

Ao ler este artigo você pode achar que esta é uma das tarefas mais difíceis de sua vida, mudar seu comportamento inibindo ou eliminando um impulso desenvolvido em anos de baixa autoestima, pela necessidade de ser notado e ter relevância, e, pode acreditar, se você considerar uma batalha, será mesmo, mas se entender os prejuízos causados ao longo de sua vida e a necessidade de mudar rapidamente, você tornará esta tarefa em uma série de práticas agradáveis e a cada vitória, uma dose de paz e satisfação vai inundar você. 

Quer uma receita de bolo? 
Existem várias, mas te darei umas dicas! 

1. Reconheça o hábito de “falastrão” em sua vida;
 
2. Analise e perceba o quanto isso te fez mal ao longo da vida; 
    (Indiferenças das pessoas, cinismo, ironia, descrédito etc.) 

3. Pense em quanta culpa você sentiu ou sente por ter “falado demais.” 

4. Decida que este comportamento vai ser eliminado de sua vida;

5. Comece a ter um momento a sós, reflita sobre a vida, leia um bom livro, enfim tenha este momento        constantemente; 

6. Decida pelo “silêncio produtivo” como parte de sua cura; resolva ficar calado diante dos fatos,              deixe rolar, exceto em casos de vida e morte; 

7. Mantenha-se calado e contabilize quantas opiniões você não deu; tenha orgulho de si mesmo por estar aprendendo a respeitar os outros; 

8. Assuma este novo comportamento, vigie-se, seja prudente, sensato, domine seus impulsos e “Mestre do Universo”; 

9. Mantenha sua bola baixa a este respeito, e, passe a realizar mais e falar menos; Estas são algumas dicas para sua autoterapia, leia mais sobre o tema, e se achar necessário procure ajuda. 

Grande abraço, 

Múcio Morais Palestrante e Educador 
www.muciomorais.com
contato@muciomorais.com  
(31) 99389-7951 
 “LEVE MÚCIO MORAIS PARA SEU EVENTO.”

Depression in Teens: The Warning Signs and How to Help Them Through - Karen Young

One of the things that can make depression so difficult to recognise is that the symptoms can be things we all struggle with from time to time – sadness, hopelessness, lethargy, lack of engagement. When these very normal human experiences happen in a combination, duration or intensity that start to interfere with day-to-day life (school, relationships), it’s possible that depression might be waving a heavy hand over your teen. 

During adolescence, the rates of depression skyrocket. According to the World Health Organisation, depression is the number one cause of illness and disability in adolescents. But there’s something else. Research shows that in half of all adults who have problems with their mental health, their symptoms showed up before age 14. 

Three-quarters had symptoms by age 24. This puts flashing lights around the importance of noticing when our teens are struggling and making sure they get the support they need. The earlier symptoms are caught, the easier it will be to stop those symptoms expanding into something bigger and more difficult to shift. What are the symptoms of depression in teens to watch out for? For a diagnosis of depression, a particular cluster of symptoms needs to have been there for at least for two weeks. 

These symptoms must include at least one of either a depressed mood, or a loss of interest or pleasure in things that were once enjoyable. Many times these will just be a normal part of adolescence and nothing at all to worry about, but if depression is happening, there will be other telltale signs. Here are some to watch out for: Happiness, anger, indifference – the many faces of depression. 

Depression doesn’t always look like sadness or withdrawal. Some of depression’s classic disguises are:
 • Anger or irritability. Depression often comes with lethargy, pain and/or hopelessness. Understandably, this can make people angrier, more irritable or more impatient than usual. 
 • Happy, but reluctant to spend time with friends or family. It’s takes a huge amount of strength to move through the day with depression hanging on. If your teen has depression they might use this strength to put on a happy face, but where there is depression, there is also likely to be increasing withdrawal. It’s very normal for teens to withdraw from family activities – it’s part of them experimenting with their growing independence. The thing to watch out for is if they withdraw more from friends and spend more time on their own than usual. 
 • Indifference. Depression doesn’t just steal happy feelings. Sometimes it can steal all feelings, which can make people seem flat or indifferent. In teens, it can be difficult to tell whether their indifference is just a normal part of adolescence or whether it’s something more. It’s not at all unusual for teens to seem more indifferent and there’s a good reason for this. 

Dopamine is the chemical that creates the feel-good when we get something we want, and in teens the baseline levels in the brain are lower than they are in adults or children, creating a sense of flatness. There is a way though, to tell the difference between normal adolescence and depression. 

Watch out for what happens when your teen does something that feels good or when they get something they want. When adolescents do something that feels good, the dopamine levels are higher than they are in adults, so the feel-good feels better. 

In depression, this doesn’t happen. There is a constant sense that nothing makes a difference, and the flatness or indifference doesn’t shift even when they are doing something that they would normally have enjoyed. Pulling back from people and activities that were once enjoyable. Depression takes away the sense of enjoyment from things that were once enjoyable. 

Watch out for your teen cancelling plans or making excuses to avoid the things they once wouldn’t have missed. Tiredness, lethargy, exhaustion. Depression is exhausting and can make people more tired than usual, even if they seem to spend more time sleeping. Depression hurts, literally. Depression is a physical illness, so sometimes the symptoms will show up physically. Watch out for unexplained headaches and migraine, stomach aches, back pain, joint aches and pains. 

Mood and pain share the same pathways in the brain and they are regulated by the same brain chemicals (serotonin and norepinephrine). When the balance of these neurochemicals is out, pain and mood might both be affected. Giving up on things that are important. 

The hopelessness, helplessness and lowered self-esteem that come with depression might see depressed teens giving up on school, friendships, or other things that are important to them. Change in physical movements and speech. Depression can speed up movement (restlessness, agitation, fidgeting, pacing, leg shaking or hand-wringing), or it can slow down movement and speech. Fuzzy thinking, difficulty concentrating and remembering. 

As well as draining physical and emotional energy, depression can also take a swipe at mental energy. Teens with depression might have difficulty concentrating, remembering, or making decisions. Slowed thinking might mean they take longer to collect their thoughts, which can show itself as slowed speech. Isolating from others. 

There’s nothing wrong with wanting some alone time, but when there’s a noticeable withdrawal, it might be a problem. This might be because being with people no longer brings joy (because nothing brings joy), or because fatigue, or having to put on a happy face when there is no ‘happy’ to hold it up feels too hard. 

Depression also has a way of convincing even the strongest of minds that they are a burden to those around them and that they are best keeping themselves to themselves. Change in sleeping habits. About 40% of young adults with depression have hypersomnia, which is excessive sleeping. 

Depression can make people oversleep, or wake earlier than usual and have trouble going back to sleep. Change in eating habits. 

Depression can create an emptiness that feels unbearable, and people might turn to food to try to fill the void. Eating habits can also change in the other direction, with people eating less. Change in grades. 

Depression brings fuzzy thinking, low energy and difficulty concentrating. All of this can make studying, listening and learning more difficult. The clue that this is happening will be a change in grades. Taking more, using more, doing more. 

Depression is more than sadness. It’s an inability to feel joy. This is confusing and frightening for anyone to feel, and as a way to find relief from that, or to distract themselves from their pain, teens might turn to all sorts of risky or addictive behaviour. They might be driven to do more of what has felt good before, or anything that helps them to feel – something. 

This might look like drinking, drugs, skipping school, gaming excessively, eating excessively or self-harm. Self-injury. All of us can only push down big feelings for a certain amount of time before they start to push for attention. 

Physical pain and emotional pain share the same pathways in the brain. When emotional pain feels too big or when it stops making sense, self-harming can be a way to find short but needed relief from the heaviness that comes with depression. Teens don’t do this to manipulate or to control the people around them – they wish they could stop too. They do it to make the pain go away. If you suspect your teen is depressed …

Depression is such a persuasive beast, and it can convince anyone it’s holding onto that nothing will make a difference. This hopelessness is a classic symptom of depression, and the very thing that gets in the way of healing from it. If you suspect your teen might have depression, the first step is getting a diagnosis so everyone knows what they’re dealing with. A doctor or mental health professional can help with this. 

Depression doesn’t always need medication, but it might. Having the support of a loving adult will be important for any teen who is trying to find their way through depression. If that supportive and loving adult is you, here are some things you can do to help your teen strengthen and heal: Help them find ways to connect with other teens. 

Healthy friendships can be comfort and protection against the messy times that can come with adolescence. The problem can be finding these friends. School isn’t the only source of friendship. In fact, sometimes school friendships can be a huge source of sadness, fear and hurt. If your teen is struggling with friendships at school, it’s easy for them to be drawn into believing that it will be like this everywhere, but it won’t. Explain that school comes with different pressures and different problems that won’t be found in other environments. 

There will be people out there who would love to know your teen. Their tribe is out there, but sometimes they might have to look beyond the school ground to find them. Encourage your teen to try activities or join groups to expose themselves to people who share a more similar view of the world than the people at school. Some ways to do this are through sport, drama, music, part-time jobs, art classes, cooking classes. 

This might not be easy – depression drains energy for everything. Point out to your teen that it’s not necessarily about the activity, but about expanding their opportunity to find the people who will love being with them – and for certain those people are out there. 

Meditation and exercise. Recent research has found that depression can be reduced by up to 40% in two weeks through a combination of thirty minutes of mindful meditation and thirty minutes of exercise (treadmill or static bike), twice a week. Encourage your teen to try anything that will get his or her heart pumping. If they’re depressed, they might not be jumping at the opportunity to exercise. It’s part of what depression does, so you might need to be a bit creative – let one of their chores be to take the dog for a walk, take a sibling to the park to kick a ball, or to walk with you at night-time to keep you company. 

For the meditation part, the Smiling Mind app is a free app that has guided meditations for teens. It’s an easy and no-hassle way to get started with mindfulness, which has been proven by a mountain of research to be helpful with depression. And while we’re on apps … 

A collection of 13 apps developed by researchers from Northwestern University has been found to reduce depression and anxiety by up to 50%. Keep it real. Push against the ridiculous ideas of how they ‘should’ look by helping them to develop a healthy idea of what ‘beautiful’ means. The concept of beauty isn’t the problem, the definition is. 

Our teens are barraged with unrealistic and very narrow versions of what ‘body beautiful’ means. Help them to expand this, and to nurture a healthy body image by pointing out the many different versions of body beautiful that you see. This important for teen boys too. When they feel heard they feel cared for. Teens, particularly girls, will connect listening with caring. 

They might not always listen to you, and that’s okay, but if they feel as though you aren’t listening to them, they might feel as though you don’t care. It’s easy to dismiss their worries or mood swings as part of the normal ups and downs of adolescence – and it absolutely might be – but it’s still important to let them know that you hear them, that you notice them, and that you’re there for them. Reduce gaming time – let them game with friends. 

True, it might feel easier to catch a falling star in a glass jar, but anything you do can make a difference. Research has found that teens who spend more than four hours a day gaming can be vulnerable to depression, but there is a way to turn that risk around – let them game with friends. Boys who spend time gaming with friends, or those who are connected to friends either online or in real life appear to be protected from the depressive effects of heavy gaming. 

Girls who spend a lot of time gaming and who are socially active online are less lonely and less socially anxious, but they also show lower self-esteem. The reason behind your teen’s gaming is important. Researchers suggest that if it seems to be an attempt to ward of loneliness or to cope with the world, it might be time to step in to reduce the time spent at the console. 

Otherwise, if it’s a way to socialise or to connect with others, either in person or online in interactive games, there’s less likely to be a need for concern. Every day say something positive, and find something positive in everything. Even when teens mess up there’s gold in there somewhere, but they (you) might have to work hard to find it. Whether it’s about the way they come to you for advice or to download, whether it’s the way they learn from their experience, or that they didn’t pick a worse choice – there will be something. 

Try to say something positive every day, even if they don’t seem to take it in. Depression gives teens plenty of reasons to feel ‘less than’, so it’s important to protect them by pushing back against it whenever you can. Be available, but not intrusive. 

As little people, children turn to their parents for comfort and protection when they scrape against the hard edges of the world. As teens though, they are driven by the very important developmental goal of separating from parents and family. There can often be pressure (from inside of themselves or outside), to deal with things on their own, or at the very least without their parents. This can be tough for everyone. Finding the balance between holding them close and respecting their need for autonomy and independence isn’t easy, but it’s so important. 

Let your teen know they can talk to you about anything at all. When they do, listen and absorb whatever they tell you, even if it’s shocking. The more they can feel you as a strong, steady presence through their turmoil, the more they’ll trust that you can be there for them, even when things are messy. All of their feelings are okay. Feelings that don’t get felt or expressed cause breakage. All feelings are valid and they are all okay to be there. 

It’s never feelings that cause trouble, it’s the way they are dealt with – or not dealt with. When feelings are pushed down or ignored, they’ll sprout little roots and they’ll grow. If teens don’t feel safe enough to feel anything they’re feeling – angry, confused, scared, guilty, jealous – the risk is they’ll cut themselves off from one feeling, then another and another. When they cut themselves off from bad feelings, it becomes easier to also cut themselves off from the good ones. Be available on their terms.

Depression can be relentless, convincing people that they aren’t worthy of love or worthy of the fight. Your teen might crave company and someone to talk to, but at the same time push everyone away. Anything you can to do let them know that you’re there for them on their terms will be important. Some ways to gently do this are by sitting with them and watching whatever they’re watching on tv, or popping into their room just before they fall asleep – it’s often a time when they’re feeling safe and bundled away from the world, and when they might give you a little window into theirs. 

Know their ‘normal’. There are so many different versions of normal. Your teen’s version of ‘normal’ will change during adolescence, but the more you can get a handle on whatever their ‘normal’ is – feelings, behaviour, habits – the quicker you’ll get a feel for when something is off. This can be particularly difficult during adolescence because they’re changing so much, but trust your instincts. If you’re in doubt, ask. ‘I notice you’re sleeping a lot lately. 

Do you feel as though you are?’ If they say it’s fine, trust it for a while. If it feels like things aren’t fine, be open to the possibility that you’re absolutely right. Trust your intuition and continue to be gently curious. You don’t have to fix them. See them and notice them but remember that you don’t have to fix them. 

None of us like feeling as though we’re a problem that needs fixing, which is how it can feel when people jump into problem-solving mode, even when it’s done with the most loving intent. Instead, listen with an open heart and an open mind and without judgement. Create opportunities for your teen, but express them incidentally and without expectation. Rather than, ‘You know if you exercised you’d probably feel better,’try, ‘I’m taking the dogs for a walk a little bit later if you want to come.’ 

And finally … Adolescence is a time of massive change, which can be confusing for teens and the people who love them. Adding to the confusion, ‘normal’ teenage behaviour and signs of a mental health struggle can look the same. Changes in sleep and eating patterns, moodiness, pulling away from family, irritability – these can all be a very normal part of adolescence, or they can be symptoms of depression. It’s important to let your teen pull away when they need to. The push for independence from family and parents is a really important part of adolescence, but it’s also important to stay gently curious, vigilant and available. 

The more we notice when those we love are struggling, or the more we listen to the heart whispers when something isn’t right, the more empowered we are to respond in a way that can heal and strengthen. 

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DEPRESSÃO NA VIDA DOS JOVENS (PALESTRA/WORKSHOP)
Múcio Morais
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Depression in Children

Depression is an illness that involves the body, mood, and thoughts and affects the way a person eats and sleeps, the way one feels about oneself, and the way one thinks about things. Depressive disorders are characterized by pervasive mood changes that affect all aspects of an individual's daily functioning. Rates of childhood depression have been rising in the last several years. 

Yet, information and awareness about childhood depression has not caught on at the same rate. Millions of people across the world wonder and doubt if children can get depressed. Many well-intentioned adults still believe that children ‘can’t get depressed. They are so young- what do they have to be depressed about? When we were that age, we were just happy’. 

Alongside misunderstanding is stigma and the idea that mental illness is a taboo subject. What we now know: Childhood depression is a real, distinct clinical entity. It is a serious health condition, which if left untreated, increases risk of future, prolonged and more severe depressive episodes. Untreated depression in childhood and adolescence can pose risk of suicide. 

Depression often has biological, psychological and social underpinnings. An individualized treatment plan that explores and addresses each of these aspects, works best. Effective treatment options for childhood and teen depression have been widely tested, proven and established, through several scientific studies over the years. 

Childhood depression can be hidden and therefore, easily missed. Timely recognition and treatment can be life-changing and life-saving. The barriers surrounding mental health stigma are beginning to give way due to powerful social movements and discussions that address realities of mental health. Who is Affected by Depression in Childhood or Teenage? Depression can affect anyone. However, children or teens who have immediate family members with a history of depression or other mood disorders (such as bipolar disorder) are more likely to suffer from depression, often due to a genetic predisposition. Predisposition implies greater likelihood; it does not mean that the child or teen will necessarily experience depression. 

Children with chronic or severe medical conditions are at a greater risk of suffering from depression. Common Signs of Depression in Childhood or Adolescence Depression in childhood/adolescence can manifest somewhat differently than it does in adults. Irritability and/or anger are more common signs of depression in children and teens. 

When depressed, younger children are more likely to have physical or bodily symptoms, such as aches or pains, restlessness, distress during separation from parents, as they may not have the emotional attunement and/or expressive abilities to talk about their emotions. 

Other signs of depression in children and teens, can be: Loss of interest in usual fun activities Withdrawal from social or usual pleasurable activities Difficulties with concentration Running away from home or talking about running away from home Talking about death or dying, giving away (or talking about giving away) favorite possessions, writing goodbye letters Sleep increase (or decrease) Appetite/weight changes (more likely an increase, in depressed teens) Occasionally, new or recent onset agitation or aggression Comments indicating hopelessness or low self-worth Not all of the above-mentioned symptoms have to be present for a diagnosis of depression. 

Symptoms usually occur on most days, for at least 2 weeks, in order to meet criteria for depression. When seeing a professional to explore a diagnosis, you can utilize online health resources to prepare meaningful questions to ask a doctor in order to facilitate productive conversation for treatment. 

Be prepared!

Múcio Morais
PALESTRAS SOBRE DEPRESSÃO INFANTIL
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PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PARA A BOA CONVIVÊNCIA FAMILIAR - Múcio Morais

A Base de uma família feliz está em ter cada membro da família em franco crescimento, cada um em sua fase, em seu tempo, mas todos devem estar crescendo. Crescer é doloroso. Crescer é desafiante. Causa medo às vezes. Traz conflitos. Envolve sentimentos e pensamentos bons e ruins. Leva ao confronto com aqueles que já passaram de fase e por isso acham que a fase do que vem atrás é mais fácil, não é. É tão difícil quanto a sua próxima fase. 

QUEM TEM MEDO DA CRISE - MUCIO MORAIS

BEM QUE TE AVISEI, comentava um amigo com o outro em frente ao Gerente do Banco, fiquei curioso e me coloquei em posição de escuta, do que será que este amigo avisou o outro? Então este narrou rapidamente ao gerente, pois é, eu disse pra ele que era a hora de fechar as portas, que a CRISE estava brava, mas ele insistiu, eu disse que a equipe dele era medíocre, mas ele não acreditou, eu disse pra ele que o barco ia afundar e deu nisso. MAS QUE AMIGO, pensei comigo, nenhuma solução, nenhum incentivo, nenhum projeto, nenhum argumento válido, apenas ajudou a empurrar o outro para o precipício. 

Marketing de Guerra - Múcio Morais

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TÉCNICAS DE ENTREVISTA - ENTENDENDO O PROCESSO - Múcio Morais

É a primeira entrevista que se aplica ao candidato a emprego. Normalmente é solicitado que o candidato preencha o formulário de emprego. 

Devemos observar o seguinte ao iniciar a entrevista: MECANISMO DE DEFESA O candidato está a procura de satisfazer as suas necessidades, logo, procura formar uma cadeia de forças de auto proteção (defesa de suas fraquezas). Seu objetivo é vencer a batalha da entrevista, o candidato sente seu "eu" ameaçado pelo entrevistador, que lhe afigura como um investigador de sua vida privada. 

Updated Consensus Report on Diabetic Nutrition Therapy - Adam Chalela

An updated consensus report from the American Diabetes Association has pushed focus towards diabetic nutrition therapy as a viable alternative to classic pharmacotherapy. Recent studies have led to the publication of a consensus report by the American Diabetes Association (ADA) of optimal nutrition therapy for adults with diabetes or prediabetes. The last consensus report on diabetic nutrition therapy was published in early 2014 and did not target the prediabetic population. As diabetes grows to be one of the most prevalent disease states across the United States of America the ADA has shifted their focus towards overall prevention through utilization of lifestyle modifications, including physical exercise and diet changes. 

Diet modifications have had increased recognition over the past years as playing a key role in quality diabetic therapy, as they can assist patients in achieving weight loss goals, maintaining blood glucose values within guideline directed goals, and improving risk factors for developing secondary cardiovascular complications. 

The ADA utilized the current definition of nutrition therapy as defined by the National Academy of Medicine when outlining specificities for diabetic nutrition therapy. The National Academy of Medicine defines nutrition therapy as the treatment of a disease or condition through the modification of nutrient or whole-food intake.

”When applied to a patient with diabetes, healthcare providers should consider up to date, evidence based information from studies that enrolled populations of patients with diabetes when recommending dietary modifications. 

The ADA emphasizes that registered dietician nutritionists should be the primary providers of diabetic nutrition therapy and that primary care providers should refer all patients with type 1 and type 2 diabetes to these specialists for an individualized nutrition plan. Patients over the age of 65 can have Medicare cover the costs of this specialized therapy as it is an entitled benefit. Numerous studies have demonstrated the efficacy of diabetic nutrition therapy as compared to current standard of care medication regimens. Diabetic nutrition therapy as provided by a registered dietician has been shown to improve HbA1C by up to 2% in patients with type 2 diabetes and by up to 1.9% in patients with type 1 diabetes within a 3 to 6 month study period. With this data, it can be deduced that diabetic nutrition therapy can reduce overall pill burden in patients with diabetes which can minimize associated side effects by eliminating the need of medication therapy for glycemic control. 

The ADA’s updated 2019 consensus report on diabetic nutrition therapy does not specify any ideal macronutrient breakdown for the average patient with diabetes or prediabetes and found through systematic review that macronutrient intake does not significantly differ between the average person without diabetes and the average person with diabetes. 

Macronutrient breakdown should be individualized to the patient’s specific goals whether it be overall carbohydrate reduction to reduce blood glucose values or gradual weight loss, and should be the starting point of the registered dietician’s plan. 

General strategies recommended by the ADA include incorporating more whole foods and non-starchy vegetables into the diet and avoiding refined carbohydrates and processed foods, though the greatest HbA1C lowering effects are observed in diets that reduce overall carbohydrate intake. 

For even greater outcomes, such as lowering HbA1C and minimizing risk factors for cardiovascular disease, the ADA recommends to incorporate intensive physical activity into diabetic nutrition therapy. It is important to consider the effects that diabetic nutrition therapy has on specific medication regimens. For example, patients on an intensive insulin regimen may need their total daily dose of insulin reduced once initiated on a nutrition plan that specifically reduces carbohydrate intake with each meal. If left unmanaged, the insulin regimen can pose an increased risk of precipitating hypoglycemic events. 

The start of any diabetic treatment plan begins with education, and if it’s possible to achieve desired goals such as weight loss, HbA1c improvements, or cardiovascular disease risk reduction without the need for added medication burden, that avenue should be highly considered. 

Practice Pearls All patients with diabetes, whether it be type 1 or type 2, should receive diabetic nutrition therapy. Registered dietician nutritionists are the best providers of diabetic nutrition therapy. Nutrition treatment plans are not homogeneous within the diabetic population and should be tailored to the individual’s specific goals. 

Good health, Múcio Morais.

Reference: Evert AB, Dennison M, Gardner CD, et al. Nutrition therapy for adults with diabetes or prediabetes: a consensus report. Diabetes Care 2019; 42(5):731-754. DOI: 10.2337/dci19-0014. Adam Chalela, B.S. Doctor of Pharmacy Candidate USF College of Pharmacy

ESCOLHENDO UM TREINAMENTO DE FORMA CONSISTENTE

10 ERROS QUE COMENTEMOS NA VIDA - MÚCIO MORAIS

"A única pessoa que não comete erros é a pessoa que não faz nada, só não erra pênalti quem não bate" Você já ouviu ditos como este...