Com a experiência de ser chamado por centenas de empresas para fechar o velho e abrir o novo ano, venho ha anos percebendo o acúmulo de questões a serem tratadas nestes eventos, os briefings chegam cada vez mais carregados de questões comportamentais como postura, ousadia, dedicação, trabalho em equipe, liderança, exemplo no trabalho, assumir os erros, colaborar com ideias, trazer soluções e por ai vai, algumas empresas incluem coisas simples como cumprimentar os colegas ou mostrar-se solidário nas tarefas. NADA DE ERRADO COM ESTES COMPORTAMENTOS, mas...
Eventos nestas datas festivas deveriam trazer motivação, orientação para a vida, acolhimento e coisas que elevam o espírito e nos levem a pensar e rever a vida, longe das críticas ou cobranças, evitando processo de culpa, o trabalho motivacional pode sim trazer algumas questões comportamentais, mas, despertar o melhor das pessoas, deve ser o objetivo.
Os briefings carregados são uma amostra da necessidade de um projeto de educação corporativa que considere além dos treinamentos técnicos, também os comportamentais, orientando o clima organizacional e seus resultados ao longo do ano.
Descarregar o descontentamento da empresa sobre sua equipe em datas especiais pode trazer efeitos contrários e fortalecer a imagem de intolerância ou insatisfação por parte da diretoria e demais lideranças. Equipes que trabalham sob a batuta da crítica, escondem seus melhores dons, oferecem o mínimo possível e escondem-se das responsabilidades.
Mesmo em eventos como SIPATs ou Workshops de tecnologia, aconselha-se direcionar lugar na programação para tratar de questões humanas, equilibrar as intervenções.
O que estas empresas precisam?
UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA, diversificado e regular é que vai trazer soluções para estas questões, tratadas adequadamente no ambiente, ritmo e intensidade onde acontecem, e, suas consequências e necessidade de mudança.
Este programa pode ser realizado em conjunto com assessorias técnicas ou de forma independente, mas, toda empresa operando em meio a diversidade de mercado necessita desta "solução" se pudéssemos mensurar o quanto deixamos de ganhar e investir por ter como colaboradores pessoas desmotivadas e com déficit de comportamento, faríamos investimentos consideráveis para corrigir os rumos "humanos" em nossos empreendimentos.
Esta constatação atinge a todos os setores, desde públicos como escolas, unidades de atendimento, repartições, e, a iniciativa privada no todo. Vamos fazer uma avaliação do nível de valor humano em sua empresa?
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Múcio Morais
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