Quitar a dívida do cartão pagando valor mínimo é praticamente impossível

Pagando o valor mínimo da fatura do cartão de crédito, você dificilmente conseguirá zerá-la. Agindo desta forma, ainda acabará gastando uma quantia absurda em juros. 
A constatação parece óbvia, mas então como explicar que boa parte dos consumidores ainda adotando esta prática? 

A PERSONALIDADE DO LÍDER E A EFICÁCIA DA ORGANIZAÇÃO - PALESTRA

O uso de técnicas de exames psicológicos, derivadas da psicopatologia, para a avaliação de desempenho em candidatos a um emprego, ou o comportamento de um funcionário que vai ser promovido para um cargo de maior responsabilidade, iniciou-se nos anos 20, quando se deu também o início do estudo da Administração Científica de Taylor. 

A história nos mostra, inclusive, que os dois campos de conhecimento convergiriam, décadas mais tarde, e não mais andariam um sem o outro. E isso aconteceu, mais precisamente, durante a década de 90. As empresas estavam insatisfeitas com as limitações de entrevistas de seleção e embaladas pela ampla divulgação de modelos de competências e da inteligência emocional, relançada por Daniel Goleman. 

Gestão por competência

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Maria de Fátima Ohl Braga* 

Como essa ferramenta pode ajudar as empresas de pequeno e médio portes a gerir seus funcionários, Independentemente do porte, uma empresa deve sentir-se incomodada quando sua chefia já não consegue responder ao “quem faz o que e de que forma naquele empreendimento”. Hoje, sem dúvida nenhuma, a ferramenta Gestão por Competência deve ser disponibilizada para empreendimentos de pequeno e médio portes, a exemplo do que já ocorre nas grandes corporações. 

E, se não por todos os argumentos que discutiremos a seguir, pelo menos por um: todos estão em busca da sustentabilidade. Das companhias o mercado cobra a obtenção de Certificações. Dos seus fornecedores, dada a série de auditorias periódicas que essas certificações envolve, as empresas cobram também a adequação. Ou seja, a coerência a que, tecnicamente, se dá o nome de cadeia de custódia. 

Há uns 15 anos, pensar em tudo isso nos remetia somente às grandes corporações. Hoje, várias empresas de pequeno porte, tanto em faturamento como em número de colaboradores, estão investindo em sustentabilidade, em instrumentos que possam garantir a sua manutenção no segmento em que atuam. E um desses instrumentos, a Avaliação de Desempenho – integrante da Gestão por Competência – é a forma de comprovar que o funcionário é aferido de tempos em tempos, que suas qualificações e desempenho estão em acordo com suas funções. Ou seja, a empresa tem uma ferramenta muito melhor, confiável, para apresentar aos auditores. 

O processo de Gestão por Competência garante às empresas mostrar a esse mercado cada vez mais competitivo que seus funcionários apresentam os diferenciais competitivos exigidos na atualidade. E podem afirmar isso porque, ao fazerem a avaliação, tais empresas entraram em contato com os eventuais gaps de performance que seus profissionais apresentam e, portanto, podem apresentar planos, iniciativas para o redirecionamento de suas ações em busca de resultados e, dessa forma, atingir mais rapidamente e de forma mais efetiva tais resultados. Também é essa a ferramenta que apoiará na retenção de funcionários. 

A dança de cadeiras é hoje algo impressionante. E perder um gestor ou um profissional técnico estratégico pode ser um grande baque. Ainda que o conhecimento popular afirme que ninguém é insubstituível, formar um substituto pode não ocorrer do dia para a noite. 

Conhecer melhor o potencial de seus talentos e aproveitá-los de forma assertiva, em oportunidades de crescimento horizontal; promover a transparência na empresa, uma vez que os profissionais passam a saber quais são os requisitos de outras áreas, podendo, inclusive, saber que ações têm de ser implementadas para se chegar a outras áreas diferentes da sua, são situações possibilitadas por tal ferramenta. 

O profissional tem ainda criadas as condições para identificar que não está correspondendo às expectativas que a empresa tem para ele e, identificadas quais são, a empresa passa a ter condições de exigir que a chefia elabore um plano de ação para desenvolvimento daquele colaborador até a próxima avaliação – estabelecendo a chamada correção de rota. Para as empresas com oportunidade de distribuir Plano de Produtividade, também a Gestão por Competência permite identificar quem são os que têm condições de receber maiores benefícios, ou seja, equilibrar, com justiça, a distribuição. 

Consegue ainda identificar, mais assertivamente, quais são os planos de custos que precisa programar para corrigir os profissionais que não estão a contento. Mas nenhum passo pode ser dado sem que haja transparência de todo o processo. 

É importante que a chefia e os funcionários sejam conscientizados sobre encarar o processo de avaliação de desempenho como uma oportunidade de repensar a carreira. 

E o gestor, como ferramenta de gestão para que possa redirecionar as ações da sua área frente aos objetivos da empresa. Essa é uma medida que agrega valor econômico à empresa e social ao profissional - um up grade nas suas competências profissionais e emocionais. 

PALESTRA E TREINAMENTOS 
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Filósofos e picaretas se confundem - Múcio Morais

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Quem são os Professores? Minha filha chegou em casa hoje com uma novidade, Papai, estou tendo aula de Filosofia. Puxa que legal, exclamei. E o que você discutiu hoje? Bem, o professor explicou que ele é Ateu, não acredita no sobrenatural nem no espiritual, que este negócio é pura bobagem e que a filosofia explica tudo. 

Também quando foi questionado pelos alunos que creem em Deus, encerrou a conversa dizendo que isso não estava em questão e que não colocaria seus pontos de vista em julgamento. 

POBRE COITADO, chamar esta figura de "Professor de Filosofia" é uma comédia. Os princípios didáticos da discussão filosófica foram completamente destruídos ou ignorados neste pequeno trecho de conversa. De início uma imposição abrupta de um sistema de crenças e valores pessoais, sem questionamentos e sem base. Depois a negativa para discussão do próprio pensamento filosófico enfiado na goela da turma, E pra arrebentar o resto a postura desrespeitosa diante de uma sociedade que respira a divindade, o sobrenatural e a espiritualidade. 

A Filosofia é muito grande pra ser ensinada de forma tão rasteira. O Pensamento filosófico, a capacidade de analisar e avaliar é fundamental para uma sociedade que almeja igualdade e justiça. 

A Filosofia (do grego Φιλοσοφία: philos - amor, amizade + sophia - sabedoria) modernamente é uma disciplina, ou uma área de estudos, que envolve a investigação, análise, discussão, formação e reflexão de ideias (ou visões de mundo) em uma situação geral, abstrata ou fundamental. Originou-se da inquietação gerada pela curiosidade humana em compreender e questionar os valores e as interpretações comumente aceitas sobre a sua própria realidade. 

As interpretações comumente aceitas pelo homem constituem inicialmente o embasamento de todo o conhecimento. Estas interpretações foram adquiridas, enriquecidas e repassadas de geração em geração. Ocorreram inicialmente através da observação dos fenômenos naturais e sofreram influência das relações humanas estabelecidas até a formação da sociedade, isto em conformidade com os padrões de comportamentos éticos ou morais tidos como aceitáveis em determinada época por um determinado grupo ou determinada relação humana. 

A partir da Filosofia surge a Ciência, pois o Homem reorganiza as inquietações que assolam o campo das ideias e utiliza-se de experimentos para interagir com a sua própria realidade. Assim a partir da inquietação, o homem através de instrumentos e procedimentos equaciona o campo das hipóteses e exercita a razão. 

São organizados os padrões de pensamentos que formulam as diversas teorias agregadas ao conhecimento humano. Contudo o conhecimento científico por sua própria natureza torna-se suscetível às descobertas de novas ferramentas ou instrumentos que aprimoraram o campo da sua observação e manipulação, o que em última análise, implica tanto na ampliação, quanto no questionamento de tais conhecimentos. Neste contexto a filosofia surge como "a mãe de todas as ciências". 

Podemos resumir que a filosofia consiste no estudo das características mais gerais e abstratas do mundo e das categorias com que pensamos: Mente (pensar), matéria (o que sensibiliza noções como quente ou frio sobre o realismo), razão(lógica), demonstração e verdade. Pensamento vem da palavra Epistemologia "Epistemo" significa "ter Ciência" "logia" significa Estudo. Didaticamente, a Filosofia divide-se em: · Epistemologia ou teoria do conhecimento: trata da crença, da justificação e do conhecimento. · Ética: trata do certo e do errado, do bem e do mal. · Filosofia da Arte ou Estética: trata do belo. · Lógica: trata da preservação da verdade e dos modos de se evitar a inferência e raciocínio inválidos. Metafísica ou ontologia: trata da realidade, do ser e do nada. 

Como Mestres temos que ser consequentes com nosso ensino, postura e opiniões. Nosso papel é orientar o aprendizado, não mastigar para o aluno engolir. Somos guias, nossa didática deve ser simples e direcionada ao desenvolvimento do aluno e não complexa, confusa e destrutiva. 

Se queremos destruir mitos, falsos conceitos ou mudar valores distorcidos devemos fazê-lo com o devido cuidado com a consciência alheia. Com respeito ao sistema de crenças e valores do outro, inclusive alunos. 

Violentar a mente não é um princípio filosófico, nem um método que induz à análise, pelo contrário, induz ao rancor, à mágoa e ao revanchismo, as pessoas passam a acreditar no que acreditam apenas pelo contraditório. Professor de Filosofia que não entende estes princípios fundamentais, precisa antes de despejar toda sua teoria em forma de frustações, rever sua posição como ser humano, gente, filosoficamente inserida na sociedade e filosoficamente responsável pela formação do Brasil do futuro. 

Um Brasil sem Deus, sem fé, sem espiritualidade? Uma Guerra de convicções entre a nova e a velha geração? Em que isso vai contribuir? Em minha casa, nada! Não estou defendendo Deus, ele não precisa de mim como advogado. O que defendo é o ensino, a educação com a metodologia adequada. Ensinar o ante espiritual? Tudo bem, mas sempre apresentando as consequências e os dois lados. Filosofia sem aplicação prática não serve pra nada. 

Sou solidário aos Pais indignados com a postura do tal professor. Acredito que temos sim que levantar nossas vozes, filosoficamente temos direito ao livre pensamento e temos direito à exigir uma educação compatível com nosso pensamento. O professor que crie seus filhos sem Deus, e sem direito de descobri-lo. Eu não sou ousado a este ponto. 

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O PLANO DE CARREIRA para os Universitários - Múcio Morais


O Marketing pessoal precisa começar na Universidade. Isso mesmo. Enquanto você se prepara, você realiza um PLANO DE CARREIRA com diversas ações para se colocar em melhores condições no futuro. O PLANO DE CARREIRA para os Universitários é um projeto preventivo e preparatório. Na verdade é uma mistura de descobertas com possibilidades. Neste particular quero acrescentar mais uma possibilidade para os futuros profissionais. 

Omissão, a pior atitude dos Pais - Múcio Morais

Dei a ele algo que o deixou leve e quero te dar também: Lembra-se daquele berro de sua mãe quando soube de suas notas na escola? Lembra-se daquela "panelada" que pegou de raspão e lhe deu um belo hematoma? Lembra-se do beliscão? Do dia inteiro sem poder sair de casa e seus amigos chamando na rua? Da mesada cortada? Da frase: Vocês ainda vão me matar? Ou O que fiz a Deus? Lembra-se destas coisas? 

Linguagem e pensamento - Múcio Morais

LINGUAGEM E PENSAMENTO O PENSAMENTO - 

Pensar é formar conceitos que organizam nosso mundo, resolvem problemas, tomam decisões eficientes e efetuam julgamentos. Pensamento ou cognição é a atividade mental associada com o processamento, a compreensão e a comunicação de informação. 

APRENDIZAGEM, APRENDENDO A APRENDER - Múcio Morais

        

Todos os animais, em particular os humanos, adaptam-se a seus ambientes por meio da aprendizagem. O processo de aprender associações entre eventos é chamado condicionamento. Por meio de condicionamento clássico aprendemos a antecipar eventos importantes, como a chegada de alimento ou a dor. Por meio do condicionamento operante, aprendemos a repetir atos que trazem recompensas e a evitar atos que acarretam punição. 

INTELIGÊNCIA PROFISSIONAL


Inteligência Profissional “O sucesso não ocorre por acaso, ele é resultado de planejamento, preparação e aproveitamento de oportunidades” Existe um conjunto de comportamentos profissionais que devem ser desenvolvidos, para que um profissional possa obter melhor desempenho no seu trabalho, e com isto alcançar maior sucesso e reconhecimento profissional. 

É o que podemos chamar de “Inteligência Profissional”. Quando lançou em 1995, o livro “Inteligência Emocional”, (Editora Campos/Elsevier), o psicólogo americano Daniel Goleman já alertava para a importância e a necessidade das pessoas desenvolverem o QE, quociente emocional, como forma obterem melhor desempenho em suas vidas particular e profissional, no lugar de priorizarem apenas o desenvolvimento do seu QI, quociente de inteligência. Segundo o psicólogo, 

PORQUE AS RELIGIÕES CHAMADAS NÃO CRISTÃS AVANÇAM TANTO NO BRASIL? Múcio Morais

Estava recentemente em uma conferência de líderes religiosos com amigos muito especiais, debatíamos sobre o crescimento das religiões chamadas "não Cristãs" na América Latina e em especial no Brasil. Escutei muitos argumentos interessantes, coisas como o poder da educação religiosa organizada e familiar, a característica proselitista de muitos grupos, a abertura dos países para as novas crenças, a fraqueza da educação cristã, em especial na família, o secularismo de nossa sociedade etc... 

É preciso cortar despesas, economize nas compras do supermercado!

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É preciso cortar despesas? Economize nas compras do supermercado! Cuidar do orçamento doméstico não é uma das tarefas mais fáceis para uma dona de casa. Mas para quem se vê obrigado a cortar despesas, a primeira opção pode ser economizar nas aquisições do supermercado. 

As compras do mês representam um dos principais gastos de uma família, mas têm a vantagem de não se tratar de um gasto fixo. Em muitos casos, providências muito simples, como atenção, podem representar uma economia significativa no caixa. 

As compras Antes de dirigir-se ao supermercado, faça uma lista com os produtos necessários para abastecer a dispensa, e não saia de casa de barriga vazia. De acordo com o Procon-SP, orgão vinculado à Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, as embalagens dos produtos costumam ser amarela e vermelha, cores que estimulam o apetite e podem convencer o consumidor, pelo estômago, a ignorar a lista de compras preparada com antecipação. 

Depois de passar pelo primeiro truque, é preciso atentar-se a outras ciladas. Uma delas está ao alcance dos olhos. De acordo com a técnica de proteção e defesa do consumidor, Cleide Altieri, os produtos são estrategicamente dispostos nas gôndolas. Os itens mais caros, por exemplo, ocupam as prateleiras fixadas à altura dos olhos, enquanto os produtos mais em conta são jogados para os espaços inferiores.

Promoções Aproveitar as promoções nem sempre é um bom negócio. Altieri explica que as ofertas só devem ser aproveitadas se o item mais barato estiver na lista. Caso contrário, evite a compra. Em alguns casos, exemplifica a especialista, um consumidor, mesmo com leite em casa, decide comprar uma caixa com 12 litros do produto só porque ele está na promoção. Sem a atenção devida à data de validade, o produto pode acabar estragando, já que o leite que estava em casa precisou ser consumido com antecedência. 

Além de precisarem constar na lista de compras, as promoções são vantajosas quando o supermercado fica próximo de casa e é possível aproveitar as ofertas todas as vezes que elas forem anunciadas. 

fonte: InfoMoney 

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VOCE É UM SUPER ENDIVIDADO?

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Você é um super endividado? Conheça o perfil de quem está com a corda no pescoço A crescente oferta de crédito pode dar a impressão de que o brasileiro aumentou o poder de compra, mas a realidade pode ser outra. 

Desde a estabilização do real, o País vem formando uma legião de super endividados. De acordo com técnica do Procon-SP, Neide Ayoub, um consumidor já pode se considerar super endividado quando conta em sua agenda três ou mais credores e precisa contrair um novo empréstimo para quitar uma dívida. Bancos formam os super endividados Segundo explica a diretora executiva do Procon-SP, Marli Aparecida Sampaio, o sistema financeiro alimenta uma boa parte desses super endividados. Antes da estabilização da moeda nacional, os bancos lucravam com a inflação. Sem ela, essas instituições recorreram aos mais pobres. 

"Os bancos passaram a interessar-se por esta fatia de mercado adquirindo financeiras de pequeno porte e criando suas próprias", revela a diretora. A tática é simples. Como eles sabem que muitos consumidores deixarão de honrar suas dívidas , as instituições elevam os juros a níveis estratosféricos. Assim, os endividados que pagam suas parcelas acabam arcando com a dívida de quem não conseguiu fazer o mesmo. 

Para ajudar esse público, o Procon-SP decidiu inaugurar um Núcleo de Super endividamento, onde será possível saber se o contrato assinado com o credor tem alguma infração e como evitar novas dívidas. Ayoub explica que as atividades no núcleo ainda não começaram e que o perfil detalhado desses consumidores ainda não está disponível, mas espera que o núcleo seja procurado principalmente pela população de baixa renda, iludida com o crédito em abundância e sem condições de pagar um advogado para orientá-la contra os abusos. Este serviço já é prestado em quase todas as cidades brasileiras em instituições como Câmara Municipal, Assembleias Legislativas (Nas Capitais), Associações das mais diversas, Prefeituras e outros.

A técnica diz que a falta de planejamento é uma das principais características dos super endividados. Para se ter uma ideia, quem deve ao sistema financeiro de habitação e preenche o formulário na página do Procon-SP na internet não conhece o mínimo sobre a própria dívida.  

Alguns deles não souberam preencher dados como "valor financiado" e "garantia contratual", o que revela o total despreparo de alguém quem decidiu comprar uma casa própria.  

Precisando de ajuda? Procure o Procon da sua cidade! 

fonte: InfoMoney 
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VOCÊ JÁ É UM DEVEDOR COMPULSIVO OU NÃO?

Você é um devedor compulsivo? Todos nós passamos por apertos financeiros em algum momento de nossas vidas. O problema é quando este tipo de situação deixa de ser temporária... Aí, é preciso refletir se o que você está enfrentando é uma crise financeira mais longa do que o tradicional, ou se efetivamente você se transformou em um devedor compulsivo. 

Planejamento Financeiro é a saída.

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Quando o seu orçamento mais parece gangorra, planejar é a saída, se planejar gastos e organizar as contas ainda é tarefa para poucos, imagine quando o orçamento não ajuda e mais parece uma gangorra. 

Esta é a dificuldade enfrentada por vários profissionais liberais, autônomos, pequenos empresários e até mesmo universitários que, não podendo contar com o conforto de uma renda garantida na forma de salário, precisam equilibrar o orçamento diante da possibilidade de flutuação nas receitas.

Não é porque você não pode saber exatamente com quanto poderá contar no final do mês, que deve abandonar por completo o planejamento financeiro. Este é um erro bastante comum entre essas pessoas, que acabam sendo forçadas constantemente a pedir dinheiro emprestado, seja para amigos ou familiares. 

Estimando a renda mínima e média Com base na sua experiência nos últimos dois anos, tente estimar quanto foi seu rendimento médio mensal. Ou seja: se neste período você recebeu R$ 36 mil, então sua renda mensal média foi de R$ 1,5 mil, e este deve ser o parâmetro para determinar o seu padrão máximo de gastos. Por mais que pareça inacreditável, é possível que a renda em um mês fraco seja até 40% menor do que a renda média, o que no caso do nosso exemplo significa contar com apenas R$ 900. O importante aqui é ser o mais realista e conservador possível. 

Nada de otimismo exagerado, isto é, não assuma que o sucesso de um mês irá se repetir nos meses seguintes. Equilíbrio sem ajuda externa Feito isso, está na hora de estimar, com a maior precisão possível, os seus gastos mensais recorrentes. Inclua aqui uma pequena parcela para lazer e consumo. Afinal, se não houver equilíbrio também na sua vida pessoal, as chances de você conseguir manter seu planejamento são poucas. 

Caso seus gastos excedam o valor da sua renda mensal média, está na hora de rever seus hábitos de consumo, e de se adaptar a uma nova realidade, uma em que o orçamento no final do mês não feche graças a empréstimos com amigos, familiares e bancos. A ideia é aproveitar os meses em que sua renda efetiva for maior do que a renda média estimada para reservar um dinheiro, e montar uma reserva para os meses em que acontecer exatamente o inverso. Lembre-se que a intenção é montar uma reserva para flutuações, de forma que seu conservadorismo irá permitir uma quantia maior, que lhe dará segurança por mais tempo. 

Portanto, assumindo que durante os 12 meses do ano você poderá contar com apenas R$ 900, e que o seu orçamento está equilibrado com uma renda de R$ 1,5 mil, isso significa que, para estar tranqüilo por pelo menos um ano, terá que contar com uma reserva de R$ 7,2 mil (ou R$ 600 x 12). Quanto mais tempo melhor A questão que fica é quantos meses esta reserva deve ser capaz de cobrir. Não existe uma regra clara mas, em geral, recomenda-se que a reserva seja capaz de cobrir pelo menos seis meses de flutuação. 

Obviamente a velocidade com que você vai conseguir montar essa reserva também depende de com que frequência a sua renda irá superar a média prevista. Em outras palavras, depende do quanto sua projeção for realista. Se você estimou uma renda média de R$ 1,5 mil, mas somente em um mês conseguiu superar esta meta e em seis ficou abaixo dela, está na hora de rever seus parâmetros. 

De qualquer forma, todo dinheiro que superar a renda média deve ser colocado de lado para a formação da reserva. Daí o porquê vale mais a pena ser conservador, pois maior será a chance de sobrar dinheiro no final do mês, o que irá permitir a formação mais rápida de sua reserva para flutuação. 

Já pensou que felicidade poder dormir sabendo que, mesmo que este mês seja ruim, você não vai precisar sair correndo para pedir dinheiro emprestado para os amigos, que já te olham com cara feia? Afinal a vida não está fácil para ninguém! E com um pouco de planejamento é possível sim, fazer o dinheiro render mais. 

MÚCIO MORAIS PALESTRANTE
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Como se recuperar financeiramente

Está na hora de falar com seus filhos sobre dinheiro - Múcio Morais

Múcio Morais | Síntese da Palestra 

Cada vez mais os jovens se firmam como público consumidor alvo de várias empresas e instituições financeiras. Se, de um lado, seus hábitos de consumo representam um filão excelente para as empresas interessadas em vender desde celulares até cartão de crédito, por outro podem acabar destruindo as finanças da família. Estudos revelam que os jovens estão influenciando não apenas o número de transações com cartão de crédito, como o valor das transações. 

A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL - Múcio Morais

As empresas podem concentrar-se em criar “oceanos azuis”, investindo na formação de mercados novos –e unindo em uma mesma estratégia diferenciação e baixo custo; Em um período de três anos, a Apple Computer se revelou uma das empresas mais poderosas no campo da música digital. 

Por trás desse ressurgimento está o crescente sucesso do player de música digital iPod e da jukebox digital iTunes. Desde o lançamento do primeiro, em outubro de 2001, a Apple vendeu mais de 6 milhões de unidades e abocanhou mais de 60% do mercado de players de música digital. Para completar, o iTunes é a jukebox digital número um do mundo e ocupa 70% do mercado de downloads musicais legais. 

O mais interessante está no fato de que nenhum desses novos negócios foi lançado em setores de crescimento elevado. Antes da entrada do iPod em cena, existiam diversos players simples e baratos, além de potentes jukebox digitais de MP3, capazes de armazenar e tocar até 5 mil músicas. 

Quando o assunto era música digital, parecia que as pessoas não estavam dispostas a colocar a mão no bolso para fazer downloads de músicas. Empresas como a Napster haviam inspirado os adeptos das músicas capturadas na internet a baixar canções de maneira ilegal, sem pagar nada. Por volta de 2003, a média de arquivos ilegais baixados era de mais de 2 bilhões por mês. Apesar dos esforços e medidas legais para conter essa tendência, a atividade era ilegal e pouco rentável, além de limitada ao universo dos adeptos à tecnologia. 

O sucesso da Apple nas duas iniciativas não se baseou no mero “roubo” dos usuários dos players já existentes. Em vez disso, a empresa ampliou a demanda de modo significativo, transformando em clientes uma massa de pessoas não tão ligadas em tecnologia. Ao mesmo tempo, criou uma poderosa propaganda boca a boca para divulgar o recente e irresistível produto. 

Os dois oceanos:  A fim de compreender melhor a façanha da Apple, vamos imaginar um mercado formado por dois tipos de oceano: um azul e outro vermelho. Os oceanos vermelhos reúnem as empresas que já existem e, nele, todas tentam superar os concorrentes a fim de conquistar uma parcela maior da demanda já existente. Com uma competição tão acirrada, as águas não raro se tornam sangrentas e reduzem-se as expectativas de lucros e crescimento. A principal investida estratégica consiste em fazer um constante benchmark da concorrência e tentar superá-la. Em resumo: a agenda estratégica é estabelecida pelos concorrentes. 

Já os oceanos azuis são constituídos pelos mercados intocados e por oportunidades de um crescimento altamente rentável. Suas águas são amplas, profundas e inexploradas. Nelas, é preciso criar demanda, em vez de disputá-la com a concorrência. As empresas que criam oceanos azuis, como a Apple, podem deixar os concorrentes para trás ao proporcionar um salto de valor para o cliente e para si mesmas. Em qual dos dois oceanos sua empresa ancorou o pensamento estratégico? 

Na pesquisa que realizamos na última década –que está no livro A Estratégia do Oceano Azul (ed. Campus)–, avaliamos as consequências do crescimento rentável quando se criam oceanos azuis. O levantamento de negócios lançados por 108 empresas mostrou que 86% atuavam de modo linear, ou seja, limitavam-se a acrescentar melhorias dentro das águas vermelhas dos mercados existentes e, apesar de representarem 62% da receita total dos novos lançamentos, esses negócios respondiam por apenas 39% do total de lucros. Por outro lado, os 14% dos lançamentos restantes tinham o objetivo de criar oceanos azuis: eram responsáveis por 38% da receita decorrente dos novos negócios e por 61% dos lucros. 

Embora alguns executivos da área de tecnologia não gostem da notícia, esse não é o principal fator para a criação de oceanos azuis. 

Na realidade, os oceanos azuis não são sinônimo de inovação tecnológica ou de tecnologia de ultíssima geração; derivam da inovação de valor –ou seja, da associação da inovação a fatores valorizados pela maioria dos consumidores– e não da inovação tecnológica em si. De acordo com nossa avaliação de mais de 30 setores de atividade, a inovação tecnológica não se revelou um fator definitivo para a criação de oceanos azuis. Isso se aplica muitas vezes até a empresas baseadas em tecnologia, como a Apple e a Compaq. Mas nem sempre. Em 1992, a Compaq criou um multibilionário oceano azul de servidores de microcomputadores ao lançar o ProSignia, notebook que oferecia aos compradores o dobro da capacidade de armazenamento e de impressão por um terço do preço. 

A tecnologia atendia, de fato, ao desejo de grande número de consumidores. Mas é nesse ponto que os profissionais da tecnologia geralmente perdem o bonde: eles acreditam estar diante de algo grandioso, mas nem sempre isso encontra aprovação no mercado. 

Houve aprovação do mercado no caso do ProSignia da Compaq, mas, quando se trata de tecnologia de última geração, embora sempre impressione os aficionados, a pergunta principal deve ser: será que essa novidade seduzirá os compradores em massa, alvo dos esforços da empresa? Somente quando uma tecnologia se torna algo intuitivo, acessível e de fácil aplicação pelos usuários, de modo que nem percebam que estão lidando com uma tecnologia nova, é que seu criador está no caminho que leva à inovação de valor e ao desenvolvimento de oceanos azuis. 

Suas ideias sabem “nadar”? Faça o teste Para saber se suas ideias são capazes de flutuar em um oceano azul, pergunte-se: como a tecnologia pode tornar a vida dos consumidores bem mais produtiva, simples, conveniente, segura, divertida e em dia com a moda? Se você não conseguir responder a essa questão com frases simples e decisivas, não está no caminho certo para a criação de oceanos azuis. 

A seguir, alguns indicadores de que pode haver confusão entre inovação tecnológica e estratégia do oceano azul: É preciso aprender a usar o produto ou serviço que você pretende oferecer? A instalação requer manuais extensos? É preciso esclarecer para o consumidor quais problemas podem ser solucionados com a nova oferta? Se a resposta a alguma das perguntas for positiva, reavalie seu projeto. Outro ponto de partida: quais são os produtos e serviços alternativos à nova oferta? Qual produto ou serviço alternativo reúne a maior massa de consumidores e a qual preço? Lembre-se de responder a essas perguntas da perspectiva do consumidor. 

No caso do Quicken, a principal alternativa aos programas de gestão de finanças pessoais era o lápis –por isso, a Intuit estabeleceu o preço do Quicken tendo em vista o lápis e não os 42softwares existentes, transformando, assim, não-usuários em clientes. 

Usamos a expressão “no caminho” porque, para que a tecnologia sirva de base para a criação de oceanos azuis, os executivos de tecnologia precisam testar as ideias e iniciativas usando um conjunto de critérios fundamentalmente diversificado. 

Definição dos critérios Quando os executivos das áreas de tecnologia compreendem essa necessidade, podem começar a acrescentar a função e o valor estratégico como fatores decisivos para a criação de mercados inexplorados. Estão aptos para escapar da armadilha de se guiar pelos concorrentes (benchmarking), prática comum e não raro improdutiva, porque pode resultar em caras soluções de tecnologia da informação que vão além do que os compradores realmente valorizam. 

Três critérios principais definem os oceanos azuis comercialmente atraentes. Os executivos têm de compreendê-los para de fato acrescentar valor real aos “diálogos estratégicos” de que participam em suas empresas, assim como aos produtos, serviços e modelos de negócio que desenvolvem. Esses critérios –a seguir– determinam se as ideias de novos negócios de uma empresa –e a tecnologia que sustenta esses projetos– são capazes de criar um crescimento forte e rentável ou se consistem em maravilhas tecnológicas destinadas a morrer na praia, como o Iridium, o telefone por satélite da Motorola. - 

Utilidade para o consumidor. Para atender a esse primeiro critério, os executivos devem avaliar se a novidade proporciona uma utilidade excepcional e se há algum motivo decisivo para despertar o interesse da massa de consumidores. Caso a resposta seja negativa, em princípio não existe potencial para a criação de um oceano azul. No entanto, pode ser que a ideia do novo negócio ou da nova tecnologia tenha capacidade de colocar os consumidores na moda ou tornar sua vida muito mais divertida, fácil, produtiva, conveniente, menos arriscada, e a novidade resultará em águas azuis. Embora pareça uma questão evidente, muitas empresas tropeçam aqui. 

O exemplo clássico é o Iridium, da Motorola, que não oferecia nenhuma utilidade consistente porque não podia ser usado dentro de veículos ou em lugares fechados. É o oposto do caso do iPod, que apresenta interface amigável, é diferenciado, fácil de transportar e capaz de armazenar grande número de músicas. Com um iPod, as pessoas se sentem espertas, produtivas e em dia com as novidades. No mundo das finanças pessoais, a Intuit compreendeu muito bem a diferença entre tecnologia e utilidade ao consumidor. Em 1984, a empresa criou um oceano azul de programas de gestão de finanças da linha Quicken. Na época, existiam 42 softwares de gestão de finanças pessoais, e o reduzido mercado era disputadíssimo. 

A maioria das pessoas preferia usar o tradicional método de lápis e caderno para controlar seu dinheiro. Ao conversar justamente com o grupo do caderninho, a Intuit descobriu o motivo: ossoftwares de gestão de finanças disponíveis no mercado ofereciam tantas opções sofisticadas que confundiam o usuário, intimidando-o. Além disso, era preciso investir muito tempo apenas para decifrar os manuais de instrução e instalar o software. 

Qual foi a reação da Intuit? Apressou-se em simplificar drasticamente o programa, eliminar a terminologia contábil e a maioria dos recursos sofisticados, concentrando-se em poucas funções básicas mais usadas e desenvolvendo uma interface que se assemelhava ao conhecido talão de cheques. 

Resultado: décadas depois da criação do Quicken, nenhuma outra empresa –nem mesmo a Microsoft– conseguiu reduzir o espaço da Intuit no oceano azul criado por ela. - Preço estratégico. Caso sua idéia de negócio passe na peneira da utilidade excepcional, a segunda questão é saber se o projeto consegue ter um preço estratégico capaz de conquistar grande quantidade de consumidores-alvo.

A pergunta a ser feita é: será que esses consumidores estão dispostos a pagar pelo que você pretende oferecer? É nesse ponto que a criação de oceanos azuis se afasta de maneira significativa de práticas convencionais dos inovadores tecnológicos. Em geral, estes estabelecem preço elevado, limitam o acesso inicial aos “usuários pioneiros” e tentam embutir no preço um prêmio pela inovação –somente depois se preocupando em reduzir os custos para ampliar a participação no mercado e desestimular os imitadores. 

Por outro lado, as empresas que criam oceanos azuis querem conquistar os consumidores-alvo desde o início, a fim de desencorajar as imitações, associar rapidamente a marca à fama de oferecer um valor drasticamente superior e ganhar aprendizado e economia de escala. Concentram-se na criação de uma demanda agregada por meio do ingresso no universo dos compradores a um preço acessível. Sem um preço estratégico, os consumidores podem desejar o produto ou serviço oferecido por sua empresa, mas não terão condições de comprá-lo. 

Vejamos o que aconteceu com o telefone Iridium, da Motorola: oferecido por US$ 3 mil, não dava às pessoas motivo algum para abandonar seus aparelhos celulares de US$ 150. É bem diferente do caso do iTunes, que permite que os usuários baixem músicas facilmente –e pagando apenas US$ 0,99 por arquivo. Além de proporcionar às pessoas o recurso sem precedentes de localizar e baixar músicas sem dificuldade, o iTunes foi de tal modo estrategicamente precificado que até os jovens acham lógico pagar para ter acesso legal às músicas, em vez de não desembolsar nada e incorrer em um comportamento contrário à lei. 

- Modelo de negócio. O terceiro critério é a criação de um modelo de negócio que agregue utilidade excepcional e preço estratégico, ao mesmo tempo que garanta uma margem de lucro confortável. A nova oferta tem boa viabilidade de lucros? Os oceanos azuis só são criados quando há um salto no valor para o comprador na forma de utilidade e preço e um salto no valor para a empresa no que se refere aos ganhos. 

O primeiro passo do desenvolvimento de um modelo de negócio adequado consiste em determinar a meta de custos. De acordo com nossa experiência, as empresas enfrentam dificuldades para manter baixos os custos das tecnologias, produtos, serviços novos e, para compensar, muitas vezes definem preços mais elevados do que seria estratégico. Para criar oceanos azuis, entretanto, não se pode permitir que os custos determinem os preços. 

Ao basear a meta de custos no preço estratégico definido pelo mercado e impedir os excessos, as empresas são forçadas a avaliar quase todas as questões relativas a materiais, design, processo de produção e distribuição –não raro chegando a resultados surpreendentes. Um plano de 90 dias Em um período de três meses, é possível dar diversos passos para sintonizar o pensamento estratégico de seus colaboradores com a filosofia do oceano azul. 

Não bastam ideias; é preciso contar com uma avaliação atenta dos conceitos de valor para o comprador e para sua empresa. 

Veja como começar: 

Primeiro mês: 
Estabeleça a diferença entre inovação tecnológica e criação de oceano azul. Estimule a equipe das áreas tecnológicas a pensar menos em tecnologia de ponta e mais em “utilidade de ponta” –sempre do ponto de vista do consumidor. Questione todas as ideias sobre os modos de oferecer uma utilidade radicalmente superior. Promova diálogos regulares entre os responsáveis pelos negócios e pelo marketing com consumidores a fim de compreender bem os produtos e serviços de sua empresa. 

Segundo mês: 
Compreenda o que significa preço estratégico. Para cada nova ideia baseada em tecnologia, reúna a equipe de tecnologia e estimule-a a avaliar todas as alternativas do ponto de vista do cliente –e não da concorrência. Faça com que sua equipe de tecnologia identifique as alternativas que captam a maior massa de consumidores e a qual preço. Tome cuidado para não exceder os aspectos que os clientes de fato valorizam. Lembre-os de que o objetivo é estabelecer preço estratégico capaz de seduzir todos esses consumidores. 

Terceiro mês: 
Determine metas de custos agressivas para seus colaboradores. Crie metas de redução de preço e não de elevação de custos para a implantação de ideias de novos negócios. Deixe claro para os funcionários que os excessos de custo não serão permitidos. Estimule os colaboradores a concentrar seus esforços na meta de custos. Permita que sua equipe desempenhe as tarefas definidas. 

Sua empresa é capaz de desenvolver técnicas de montagem novas e mais baratas de modo que, por exemplo, a solda por ultra-som substitua os parafusos ou os estoques sejam atualizados em horas e não em semanas ou meses? É possível reduzir o número de partes a serem usadas ou substituir componentes caros por outros mais em conta? E mais: sua empresa pode adquirir a tecnologia necessária, em vez de criar e produzir tudo internamente? Sua equipe pode eliminar, reduzir e terceirizar atividades de sua cadeia de valor que apresentam altos custos e agregam pouco valor? Há modos de reduzir custos por meio da automação de atividades? Fazendo perguntas como essas, as companhias muitas vezes encontram maneiras inovadoras de alcançar a meta de custos. 

Os executivos da área de tecnologia podem desempenhar dois papéis importantes. 

Primeiro, ao criar produtos ou serviços com componentes de alta tecnologia, conseguem estabelecer metas de custos agressivas para a equipe. 

Segundo, cabe a eles orientar os demais executivos nas discussões estratégicas sobre como a tecnologia pode reduzir drasticamente as estruturas de custos na hora de colocar em prática as ideias próprias de um oceano azul. 

Mesmo quando se consegue criar um oceano azul, a missão não está completa. Por exemplo: embora o iPod da Apple tenha criado um oceano azul, no futuro a empresa terá de ampliar e manter essa vantagem, reavaliando a precificação estratégica e o custeio-alvo, por conta da crescente pressão dos imitadores para conquistar um lugar ao sol. 

Sucesso a todos! 
Fonte: HSM Management / Kim, W. Chan - Mauborgne Rene;

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A REDAÇÃO DO CURRICULO E A ÉTICA

MÚCIO MORAIS PALESTRANTE | ESCRITOR 
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Você é um ótimo líder em potencial e encontrou a oportunidade ideal para tornar isso realidade. Quanto você pode “embelezar” seu currículo para demonstrar ser um candidato forte, sem ultrapassar o limite ético? 

Considere algumas reflexões conflitantes: - mais de 50% das pessoas mentem nos seus currículos. - um blog do monster.com, que fala dos perigos de mentir no currículo, listou 60 comentários de pessoas, à procura de emprego, recomendando que se minta, e apenas 46 desencorajando a ação. 

Os primeiros justificam sua posição alegando que todo mundo faz isso, inclusive as empresas, em relação aos requisitos que a vaga exige, o que torna mais difícil se encaixar no perfil procurado. - executivos que são flagrados mentindo em seus currículos frequentemente perdem seus empregos. Nos Estados Unidos, existem exemplos conhecidos em empresas como Radio Shack, MIT, Notre Dame e Herbalife. 

Se você está lendo este artigo, provavelmente não se sente tentado em forjar um currículo por completo. Mas o que você pensa sobre os itens listados a seguir? 

- reivindicar para si um feito que não lhe foi creditado, embora tenha de fato sido a peça mais importante para alcançá-lo. 
- citar um cargo exercido “mais importante” que aquele que realmente exerceu, pelo fato de que, na prática, você realmente o exercia, embora nos registros ocupasse uma posição inferior. 
- inflacionar o número de pessoas ou funções com as quais tinha responsabilidade direta, por ter efetivamente tido que lidar com elas de maneira influente. 

A isso chamamos “racionalização”, ou seja, elaborar justificativas para afirmações que no fundo acredita serem frágeis. Criando impressões enganosas mas justificando esse ato, você, em função dos fins, cria uma névoa sobre o que é certo ou errado. As racionalizações são traiçoeiras porque faz você enganar a si próprio e a acreditar na própria maquiagem elaborada. 

Então... qual é a linha divisória entre certo e errado? Você precisa delimitar essa fronteira para você mesmo. Segue aqui alguns testes para manter suas reflexões claras: 

- coloque-se no lugar do outro: como você se sentiria se fosse o contratante? 
- você se sentiria da mesma maneira se o que você relatou fosse divulgado na primeira página do jornal mais importante do país ou até mesmo numa newsletter interna da empresa? Você pode estar pensando: “Não é bem assim. Meu currículo não passaria por esses testes, mas há algo real naquilo que reivindico como realizações profissionais e não quero vender uma imagem irreal inferior.” 

Quando estiver em dúvida, pergunte a um ex-chefe. Talvez isso seja difícil de fazer, mas traz muitos benefícios. Exatamente porque é difícil, força você a pensar claramente e, algumas vezes, de maneira criativa. Perguntar também verifica quão precisas são suas afirmações, treina seu antigo dirigente no que deve ser confirmado como informação verídica caso seja contatado, além de permitir que ele faça sugestões sobre como você pode vender melhor sua imagem. 

O que você pensa disso? Há algum momento em que “embelezar” o currículo é legítimo? 

Harvard Business Review – maio de 2008 

Múcio Morais Palestrante Motivacional Especialista em Comportamento e Desenvolvimento Humano Fone/zap: (31) 99389-7951 
Este texto é parte integrante da Palestra "GESTÃO DE CARREIRA"; 
Tempo de duração: 2.30h. / Atendemos em Todo o Brasil!

MITOS EM VENDAS - PARTE II - MUCIO MORAIS


Mito No. 1 - Um bom vendedor pode vender qualquer coisa O expertise do qual um vendedor faz uso num determinado segmento do mercado pode muitas vezes ser utilizado em outro segmento. E é sabido que vendas em grande escala têm um ciclo de fechamento maior que de vendas em pequena escala. 

Mas o que muitos vendedores não sabem é que esses dois tipos de vendas também exigem habilidades diferentes fundamentais: nas vendas em pequena escala, o vendedor é que fala a maior parte do tempo e muitas vezes, fecha a venda graças ao seu entusiasmo e discursos inflamados sobre o produto à venda. A venda da imagem do produto funciona bem nesse caso. nas vendas em grande escala, o comprador precisa falar a maior parte do tempo. 

No estudo de Neil, identificou-se que vendedores de alta performance utilizavam um padrão de perguntas que permitia ao cliente falar e ao mesmo tempo conduzia a conversa para o fechamento da venda. O interessante é que essa percepção demonstrou-se consistente: em 23 países pesquisados os resultados apresentaram-se uniformemente idênticos, mesmo no Japão, onde a maioria das metodologias de vendas do ocidente não funcionaram. 

MITOS EM VENDAS - I PARTE - Múcio Morais

Devemos acreditar nas recomendações habituais sobre vendas nos dias de hoje? As descobertas de Neil Rackham em seu conhecido Project Sigma chegaram a contradizer até mesmo algumas crenças que ele próprio tinha. Veja a análise de alguns dos mitos sobre vendas que essa pesquisa colocou na berlinda.

Mito No. 1 - Um bom vendedor pode vender qualquer coisa O expertise do qual um vendedor faz uso num determinado segmento do mercado pode muitas vezes ser utilizado em outro segmento. E é sabido que vendas em grande escala têm um ciclo de fechamento maior que de vendas em pequena escala. Mas o que muitos vendedores não sabem é que esses dois tipos de vendas também exigem habilidades diferentes fundamentais: nas vendas em pequena escala, o vendedor é que fala a maior parte do tempo e muitas vezes, fecha a venda graças ao seu entusiasmo e discursos inflamados sobre o produto à venda. 

Norte Estratégico / Estratégia Empresarial - MÚCIO MORAIS

         
NORTE ESTRATÉGICO - Síntese da Palestra Há dois anos, fui motivado a um meeting promovido pela HSM no Brasil com o mega-guru Jack Welch. Foi um encontro com número limitado de participantes – apenas 100 pessoas –, o que garantiu uma grande interação. Ao entrar no local do evento, Welch estava acompanhado de sua charmosa e elegante mulher. 

Os olhos dele me lembraram os de uma águia, de um sujeito muito focado, que não desperdiça nada e está extremamente atento e sempre alerta. Suas colocações foram pontuais e não deixaram dúvida alguma. Ele é o típico sujeito que está a 1.000 km/h, mas com total consciência do que vale a pena e do que deva ser descartado. 

Sua Felicidade depende de você - Múcio Morais

Quando colocamos a nossa felicidade nas mãos dos outros, geralmente estamos dando um salto no escuro, ninguém, por mais leal que seja, pode responder durante uma vida por esta missão. Este vídeo trata sobre isso. 

MARKETING PARA CONSULTÓRIOS MÉDICOS / ODONTOLÓGICOS - MÚCIO MORAIS

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MARKETING PARA CONSULTÓRIOS MÉDICOS / ODONTOLÓGICOS - Síntese da Palestra O marketing é um formidável instrumento estratégico para responder com muita precisão aos desafios de um consultório médico. Consultórios médicos precisam sobreviver em uma ambiente em que a única certeza são as incertezas. O marketing precisa ser dinâmico, muda o mercado muda o serviço médico. Sua missão é criar mercados e não compartilhar mercados. 

Marketing é um processo de construção de todo o consultório e não um processo promocional. Precisa ser qualitativo e saber aproveitar oportunidades. O melhor modo para identificar oportunidades é focar a realidade do dia a dia do mercado e atender as necessidades específicas de cada cliente. A todo o momento a realidade nos apresenta novas tecnologias e procedimentos, jogando na absolecência conhecimentos e práticas consagradas. 

E o que dizer do aparecimento de doenças sempre exigindo um novo modo de praticar a medicina. Veja casos como a aids, gripe asiática, depressão, pânico, obesidade, maior incidência de ataque cardíaco nas mulheres, stress, vírus em constante mutação, bioterrorismo, 

O marketing conta com dois elementos fundamentais que contribuem de um modo decisivo para pesquisar e analisar a realidade do mercado. São o posicionamento dinâmico e a estratégia dinâmica.

No posicionamento dinâmico o consultório tem uma compreensão de si mesmo, seus pontos fortes e fracos, selecionando um benefício singular e implantando esta diferenciação na mente do cliente. O consultório procura assumir um lugar confortável, de destaque no mercado oferecendo os serviços médicos com superior qualidade. Por superior qualidade pode entender como uma cadeia de valor no processo de atendimento focado na customização do cliente. Na estratégia dinâmica o consultório vai focar um nicho de mercado para atender uma demanda qualitativa de clientes. 

Não se pode atender a todo o mercado ao mesmo tempo. Aprender a estabelecer limites garante o sucesso do consultório. É imprescindível pensar de um modo estratégico. A intuição e a pesquisa qualitativa são modos de pensar e agir estrategicamente e respondem com muita inteligência as questões que envolvem atitudes, comportamentos, padrões, enfim uma tendência de um nicho de mercado para a conquista e manutenção do cliente um a um. Deste modo aparece o conceito e a prática do posicionamento estratégico dinâmico de marketing. 

Este conceito e prática precisa ser analisado separadamente com relação a estes elementos; marca, serviço médico, consultório e mercado. Quase que ao mesmo tempo devemos estabelecer relações estratégicas entre estes elementos para uma interatividade competente, uma troca de informações e com isto desenvolver um sistema compacto de marketing criativo, percepção de oportunidades conquista de cliente um a um. 

Um exemplo de aplicação do posicionamento e a estratégia dinâmica de marketing no consultório médico podem ser a conquista da credibilidade. A credibilidade constituí um tipo de enfoque fundamentado no intangível, um modo inteligente de estratégia. A credibilidade deve ser conquistada com relação, a marca, serviço, consultório e mercado. Depois estabelece relações estratégicas para agregar e formar uma cadeia de valores com reais significados e não permitir o que denominamos esquizofrenia do consultório, por exemplo, o serviço oferecido não combina com o comportamento do médico ou com a necessidade do cliente. 

O consultório tem cinco maneiras para conquistar credibilidade: Opiniões verbais, desenvolvimento de uma infraestrutura, formação de relações estratégicas e relações com a imprensa. Opiniões verbais é o popular boca a boca com excelente efeito multiplicador. Desenvolvimento de uma infraestrutura compreende todo o caminho que o médico e o cliente tem que percorrer juntos para uma relação produtiva. Envolve por exemplo local e ambiente do consultório, recepção, organização, documentação, exames, procedimentos, atendimento just in time, good will, tecnologia e real interesse pelo cliente.

Formação de relações estratégicas são as parcerias, troca de informações úteis entre os médicos, fusões. Relações com a imprensa é importante aprender a selecionar e atuar na mídia impressa e eletrônica. Uma ótima maneira de conquistar credibilidade. 

O marketing pessoal constitui uma excelente ferramenta de apoio na construção de uma positiva imagem. O posicionamento estratégico dinâmico de marketing é iniciado pelo desenvolvimento de uma auditoria interna e externa. Na auditoria interna, por exemplo, pesquisa-se os pontos fortes e fracos do consultório médico, como meio de obter informações. Na auditoria externa elabora-se pergunta para o cliente do tipo: que fatores influenciam você na decisão da escolha de um consultório? Custo, facilidade, bom atendimento, tecnologia, credibilidade, tradição? 

Deste modo você pode seguir os seguintes passos para aplicar com muita competência o marketing para consultório médico: Auditoria interna e externa, posicionamento dinâmico e estratégia dinâmica. Em cada posicionamento estratégico dinâmico pensar estrategicamente utilizando os elementos; marca, serviço, consultório e mercado. Ficar atento as oportunidades. Fazer experimentação e mudança. Um cronograma de ação precisa ser estabelecido. 

Hábitos novos que proporcionem superior qualidade no atendimento médico devem substituir os velhos hábitos que não mais funcionam. Mudar é necessário. Abre novas perspectivas e mostra ao consultório novo e positivos rumos. Uma outra dimensão é conquistada.

Sucesso a todos!

Múcio Morais
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ESCOLHAS E INVESTIMENTO EM SI MESMO.

QUEM TEM TEMPO PARA RESULTADOS IMEDIATOS - Síntese da Palestra 

Os brasileiros investem muito pouco do próprio bolso no seu desenvolvimento pessoal e profissional. A conclusão é de uma pesquisa realizada pela Interactive Brasil, franquia na área de cursos para desenvolvimento pessoal e profissional. Conforme o levantamento, quase a totalidade dos entrevistados (94,4%) considera os cursos de desenvolvimento pessoal muito importantes (63,4%) ou apenas importantes (31%). Entre os demais, 4,1% não têm opinião formada sobre o assunto, enquanto 1,2% prefeririam investir seu dinheiro em outro tipo de curso e 0,3% nunca fariam um curso desse tipo. Conforme a pesquisa, realizada no final de 2007, embora a maioria esmagadora reconheça a necessidade de cursos de desenvolvimento pessoal, apenas 15% fazem ou fizeram algum curso extra de desenvolvimento, por conta própria. 

QUANDO VENCER É TUDO

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QUANDO VENCER É TUDO - Síntese da Palestra 

A urgência em vencer frequentemente prevalece à tomada de decisões racionais. Seguem aqui algumas dicas para acalmar seu despertar competitivo, impedir a competição baseada na emoção e gerenciar tudo isso a seu favor. 

Alguma vez você tomou alguma decisão emocionalmente acalorada, apenas para “aparecer” e depois ter de encarar as consequências desse ato? Esse tipo de atitude é baseada num estado repleto de “adrenalina” que chamamos aqui de “despertar da competição”. 

É muito comum no mundo dos negócios – e frequentemente o conduz a erros seríssimos e custosos. Equívocos na tomada de decisão, de gestores e executivos em geral, podem estar sujeitos a esse fenômeno, seduzindo-os a trocar suas metas para maximizar o valor do negócio pelo objetivo de vencer o adversário a qualquer custo. 

Há evidências de que esse tipo de competição potencializou vários tipos de erros graves nos negócios. Num contexto variado – leilões, negociações, disputas judiciais, fusões, aquisições, promoções de cargo ou até mesmo busca por talentos em management – os tomadores de decisão podem facilmente tornar-se obcecados em derrotar seus oponentes. Não há nada, necessariamente, de irracional nisso. As pessoas gostam de vencer – especialmente rivais – mesmo pagando um bom preço por isso. Deve haver, de fato, benefícios estratégicos para agir dessa forma. Se ganhar um contrato irá danificar a imagem do concorrente por muito tempo, talvez faça sentido pagar mais do que um valor razoável pela vitória. 

No entanto, quando essa análise é conduzida no calor das emoções, ela cega os executivos. A fatura que chega pela conquista é, via de regra, alta. Fatores como rivalidade, pressão e uma audiência julgadora são os principais itens identificados como “enzimáticos” para a manifestação desse tipo de competição. Individualmente, eles podem causar danos ímpares na tomada de decisão. Agindo juntos, podem tornar as consequências desastrosas. 

Por Deepak Malhotra, Gillian Ku, e J. Keith Murnighan Publicado por Harvard Business Online PALESTRAS PARA LIDERANÇAS DE EQUIPE PALESTRAS TRABALHO EM EQUIPE PALESTRANTE MÚCIO MORAIS - www.muciomorais,com

Como ajudar os novos executivos a serem bem sucedidos - MÚCIO MORAIS

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Os executivos estão trocando de empresa numa taxa sem precedentes. Recentes estudos globais concluíram que a taxa de rotatividade desses profissionais chega a 15% ao ano. Mas o detalhe é que desses executivos em transição empregatícia, cerca de 50% fracassam em seus novos empregos. Alguns pedem demissão. Outros, são demitidos. 

O Institute of Executive Development (IED) and Alexcel Group finalizaram uma pesquisa com esses executivos. De acordo com os entrevistados, mais de 90% dos executivos contratados disseram que levaram mais de 90 dias para se sentirem produtivos e mais de 60% deles disseram que esse período foi de 180 dias. 

Demorar para alcançar níveis razoáveis de produtividade não é um fenômeno exclusivo de colaboradores captados externamente à empresa. Mesmo entre aqueles indicados internamente, o índice para atingir tal performance chega a mais de 70%. Esse dado deve ser observado com relevância pelas lideranças, porque traz à tona uma importante questão a ser tratada, em termos de desenvolvimento sustentado de relacionamento com novos colaboradores. 

Seguem abaixo algumas recomendações desse estudo para melhorar o índice de sucesso dos novos executivos: 
 
- Revise o processo de contratação: encontre formas de mensurar quantitativamente, bem como qualitativamente, as competências. Realizações passadas são a referência para a contratação, mas vale a pena conferir como os resultados foram obtidos. A maneira como o executivo lida com os demais colaboradores é essencial. Avaliações podem desempenhar um papel importante nessa análise. 
 
- Defina expectativas sensatas: não estabeleça prazos artificiais, como por exemplo, 90 dias! Atividades desafiantes podem precisar de mais tempo até que sejam realizadas com excelência. Deixe claro que produtividade alta não é esperada logo no início. 

- Dê suporte aos novos contratados, sejam eles internos ou externos: as empresas estão acostumadas a fornecer ferramentas aos contratados externamente, para eles entrarem logo no ritmo dela. Mas os contratados internamente também devem usufruir desse tipo de ajuda. 
 
- Invista em coaching e mentoring: um profissional (sério, experimentado e com trabalhos de sucesso já realizados - Cuidado -) com essa competência pode prover assistência para um novo líder se sentir mais confortável com seu novo papel a desempenhar. Eles conhecem os meandros do trabalho porque já passaram por isso. Outros líderes mais experientes, inclusive aposentados, pode ajudar na transição. A experiência mostra que as poucas horas dedicadas a auxiliar os novos executivos a assimilar seus novos papéis evitam a perda significativa de dinheiro e horas de trabalho. 
 
- Identifique falhas no início e tome ações de imediato: esteja alerta ao que está acontecendo. Se ocorrerem problemas, resolva-os prontamente. Tais intervenções são essenciais. As empresas precisam ser sinceras com elas mesmas quando contratam um líder. O indivíduo, certamente talentoso e competente, precisará de suporte dos outros quando assumir o novo cargo. Eles, por sua vez, precisam também flexibilizar sua maneira de externar seu estilo de liderança, facilitando assim seu processo de adaptação. 

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REGRAS IMPORTANTES PARA TORNAR SUA EQUIPE MAIS PRODUTIVA - MÚCIO MORAIS

Como você pode tornar sua equipe de trabalho mais produtiva? Se você pode responder a esta pergunta sua empresa tem o potencial de aumentar significativamente as linhas de fundo e se tornar um importante jogador em sua indústria. 

Jane Murphy, blogueira de treinamento no local de trabalho e autora do que poderia acontecer se você não fizer nada: o manual do gerente para conversas de treinamento oferece 10 dicas críticas para tirar mais proveito de seus funcionários e ficar entusiasmados o suficiente com seu trabalho que eles vão querer contribuírem para o maior sucesso global da empresa. 

Dificuldades de Gestão na Cultura Organizacional de Interesses - Múcio Morais

A Cultura organizacional de um empreendimento tem o maior peso dentro dos movimentos, estratégias e resultados, a cultura existente em uma organização é composta por práticas, símbolos, hábitos, comportamentos, valores éticos e morais, além de princípios, crenças, cerimônias, políticas internas e externas, sistemas, jargão e clima organizacional. 
A cultura interfere no comportamento de todos os atores da organização como diretrizes e premissas para guiar atitudes e visão, definindo e reproduzindo modelos em escala. A cultura organizacional envolve padrões de comportamento, valores comuns ou influenciados além de pressuposições tidas como verdades que em muitas situações são orientadas pelo interesse afetivo, econômico, pessoal ou simplesmente pela emoção. 

ALGUNS ACREDITAM QUE PODEMOS MUDAR - MUCIO MORAIS

Muitos acreditam que estamos vivendo um momento decisivo para a raça humana, um tempo de grandes reflexões e mudanças nos valores e consequentemente no comportamento e bases da sociedade. Parece que é isso mesmo, vejo por todo lado as pessoas se comportamndo como se uma onda de consciência tivesse invadido a humanidade em 2020; Invadiu mesmo? Observando as pessoas, inclusive a mim mesmo, percebo que a maior ansiedade não é por mudanças, novidades, releituras, mas pela volta da "NORMALIDADE" a qual estávamos acostumados. 

Aprendemos a denominar a rotina como "NORMAL" é de certa forma é isso mesmo. Este me parece o maior desejo das pessoas no momento, retornar para depois ver o que se pode fazer. Em uma humanidade procrastinadora, acredite, não vai mudar quase nada. 

Nossa raça está com o destino definido, já formamos valores, crenças e comportamentos que apontam com muita clareza para onde estamos indo, a meu ver para LUGAR NENHUM, isso mesmo, já perceberam como estamos andando em círculos com a alternância de poder na esfera mundial, esta alternância nos chega apenas em personalidades e não em ideologias, que cá entre nós não tem sido de grande ajuda também, mas é isso que nos tornamos, o mundo do "Marketing Persona" voltamos a infância e abraçamos nossos super heróis, em defesa deste ou daquele somos capazes de quase tudo, incluindo a desagregação, o separatismo e outros bichos. 

O Mundo de fulano hoje será apenas comparado com o mundo de cicrano amanhã, a diferença é o que fará a diferença, nada de evolução, apenas comparações ilógicas e a mesmice da incapacidade e ineficácia expostas na cara de cada um de nós. Ah sim, a isso chamamos "POLÍTICA" a pobre incapacidade humana em depositar suas esperanças em terceiros e encolher-se como "sociedade vítima" para ver a banda passar. 

Mudanças pós pandemia? Só se a pandemia dos falsos-ingênuos sabichões Chineses e suas maquinações cinematográficas de dominar o mundo, durasse duas ou três décadas obrigando a humanidade a uma adaptação coletiva radical em seus hábitos e costumes, desta forma haveria uma conformação emocional e mental às necessidades de mudar, o ser humano só aprende por acomodação, não caia nessa de que somos adaptáveis por aprendizado e experiências, não aprendemos, apenas acomodamos novos modelos, macacos treinados no palco da vida. Educar o ser humano é quase impossível, treiná-lo não. 

No quesito evolução somos os mais ilógicos do Planeta, e imagino, do universo, evoluímos e regredimos, baseamos nosso crescimento em dominações e a extensão das mesmas, a conveniência é um elemento a ser analisado na evolução ou involução, como medir a educação de um povo com um modelo desses? Estou falando de mundo, pobre humanidade, precisamos de muito mais que uma passada pela máquina de lavar, nosso caso é cirúrgico, é profundo e só há uma esperança de mudança, a meu ver, existe de fato. 

O famoso "CADA UM" só nós mesmos somos efetivos e significativos para nós mesmos, seja por interesse ou pela descoberta desoladora de um EU terrivelmente perverso, desajustado ou inoperante, só o indivíduo pode produzir evolução, começa comigo e termina também. Sucesso Humanidade, é isso aí!

Múcio Morais 
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ESCOLHENDO UM TREINAMENTO DE FORMA CONSISTENTE

ESCOLHENDO UM TREINAMENTO DE FORMA CONSISTENTE - (DICAS) Múcio Morais

O mercado empresarial passa hoje por um momento de conscientização, diversos conceitos estão perdendo, as mudanças vêm a reboque de fatores ...